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01/12/08

O que leva na mala?


Um grupo no Flickr sobre o que as mulheres transportam nas malas. Acho que eu não podia participar.. só se usasse uma lente olho de peixe para conseguir apanhar toda a quantidade de porcaria com que ando todos os dias!









Podem ver o grupo no Flickr

25/11/08

O impacto da crise

Não consegui resistir a pôr aqui esta frase que recebi por email! Há gente com uma capacidade de fazer humor incrível!

A situação dos mercados financeiros é tão má que as mulheres estão outra vez a casar por amor.


22/11/08

O projecto Mulher


The Women project

Para ver imagens da exposição e mais informações veja a página do projecto.

15/11/08

Mulheres refugiadas

refugee women

Pelo menos metade das pessoas desenraizadas são mulheres e crianças. Sem poder contar com a protecção das suas casas, dos seus governos e, em muitos casos, das estruturas familiares tradicionais, as mulheres encontram-se muitas vezes em situações de vulnerabilidade.
Enfrentam os rigores de longas horas de caminho até ao exílio, o assédio e a indiferença oficial e, muitas vezes, o abuso sexual, mesmo depois de terem atingido um lugar aparentemente seguro.
As mulheres não só têm de lidar com estas ameaças pessoais e o consequente estigma social que isso acarreta muitas vezes, mas têm de assumir a responsabilidade pela segurança física, bem-estar e sobrevivência das suas famílias.
Nos últimos anos, o ACNUR tem desenvolvido uma série de programas especiais destinadas a garantir, em igualdade de condições, o acesso das mulheres à protecção jurídica e à ajuda humanitária de emergência durante a tentativa de reconstruir as suas vidas.
Na continuação está uma galeria de imagens da ACNUR.

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Determinação: Mulheres macedónias regressam a casa do Kosovo

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Convulsões: Ruandeses regressam a casa depois do genocídio

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Repressão: mulheres afegãs em fila para receber alimentos durante o regime talibã.

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Alegria: Duas irmãs, em Mianmar, reencontram-se após o exílio no Bangladesh

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Desamparo: Chegada a Jalozai, acampamento no Paquistão, após o 11 de setembro

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Renovação: Raparigas regressam à escola afegã, em Cabul, após a queda do regime talibã.

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Início: Mulheres salvadorenhas regressando à cidade de Guarjila

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Agradecimento: Refugiadas da Serra Leoa, na Guiné, com vales de transporte para um acampamento mais seguro.

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Destino: populações somali, no Quênia, foram deslocadas novamente após o rio Tana ter inundado o seu acampamento.

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Esperança: Jovens refugiadas da Serra Leoa, num acampamento na Guiné

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Oportunidade: Alunos frequentando uma escola financiada pela ACNUR em Dong Phu, Vietname.

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Gerações: pessoas deslocadas internamente num acampamento no Azerbaijão.

ACNUR



25/10/08

Mulheres Iranianas


Não sabia que as mulheres iranianas tinham muito mais liberdade do que as dos outros países islâmicos.
Segundo o que encontrei na net, elas tiveram um papel muito importante no derrube da monarquia iraquiana e no estabelecimento da república islâmica em 1979. Devido a isso o regime islâmico teve de lhes conceder direitos, mas também lhes impôs restrições. É o caso do hijab (o lenço que as mulheres islâmicas usam a cobrir-lhes a cabeça). Não podiam mostrar qualquer parte do corpo em público, salvo as mãos e a cara e, caso o fizessem, poderiam sofrer castigos como chicotadas ou ser presas.
Além disso criou a segregação sexual para muitas das actividades que passaram a pertencer apenas aos homens, como o direito de assistir a eventos desportivos.
Os seus direitos foram também limitados enquanto esposas e mães. Os homens podiam separar-se das suas mulheres bastando-lhes para o efeito apresentar uma simples declaração enquanto que as mulheres não tinham qualquer protecção para o caso de se quererem divorciar.
No caso de terem filhos, estes eram entregues ao pai, e, no caso de ficarem viúvas, podiam ver os seus filhos serem entregues ao familiar masculino mais próximo.
Estas regras mais limitativas dos direitos femininos foram mais rigorosas nos tempos logo após a revolução islâmica.
Até à guerra Irão - Iraque, houve também a tentativa de convencer as mulheres a ficar em casa e não procurar um emprego, mas com a guerra o trabalho feminino tornou-se necessário.
Em 1997,no que ficou conhecido pela "revolução do futebol", as mulheres desafiaram o sistema quando cerca de 5.000 invadiram o estádio nacional, onde se encontravam 120.000 homens a festejar o apuramento da selecção de futebol para a Taça do Mundo de 1998.
As estatísticas de 2006 mostram que cerca de 70% dos estudantes universitários de ciências e engenharia são mulheres, 27% da força de trabalho iraquiana é constituída por mulheres e que a percentagem das mulheres económicamente activas subiu para mais do dobro entre o período de 1986 a 2000, isto é, de 6,1% em 1986 para 13,7% em 2000.




















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