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08/05/11

Orgulho de ser português



O filme de encerramento das Conferências do Estoril, pôs a assistência a aplaudir de pé. Num apelo à memória colectiva e dedicado aos finlandeses que têm levantado questões à aprovação do plano de resgate financeiro, são enumerados vários factos demonstrativos da dimensão da nossa história.

O filme "What The Fins Need To Know About Portugal" (O que os Finlandeses precisam de saber acerca de Portugal)é bem humorado e foi promovido pela Geração C, uma iniciativa da Câmara Municipal de Cascais na área da Juventude.

No período negro que atravessamos, acho importante que se encontrem aspectos positivos que reforcem o nosso orgulho em sermos portugueses. Interessa agora, mais do que nunca, levantar a moral e criar pontos de unidade em vez de repisar os erros cometidos. Não os nego, sei que existiram e existem, mas de nada vale ficar a enumerá-los.

É importante seguir em frente, levantar a cabeça e ultrapassar a situação. Estou cansada de acusações e desgosta-me não ver propostas de unidade, que ultrapassem os interesses partidários, num momento em que os objectivos deveriam ser promover a melhoria das condições de vida dos mais vitimados pela crise.

28/04/11

José Sócrates à venda na Internet


É possível encontrar de tudo à venda na Internet! Há quem se dedique à venda de imoveis e há outros que vendem o primeiro-ministro de Portugal! O anúncio da venda de José Sócrates apareceu publicado no leilões.net, um site português, e espalhou-se rapidamente pela internet através das redes sociais, como é natural. Claro que o anúncio já foi retirado, mas pelas referências que encontrei, a licitação chegou a atingir os €180 mil milhões no dia 19 de Abril.

Segundo o que constava no anúncio, o motivo da venda de Sócrates era a “Liquidação do país (alternativa a empréstimo do FMI)”. Como estamos em crise, o preço inicial era de €75 mil milhões ou seja, quase tanto quanto o resgate solicitado ao FMI/União Europeia/Banco Central Europeu. O anunciante, autor da brincadeira, identificava-se como “anocas2011″ e enumerou as qualidades de José Sócrates: “Boa aparência, com guarda-fatos e teleponto incluído. Excelente marketeer, até garantir a venda de gelo no Pólo Norte ou areia na praia. Desenrascado, persistente e com boa imagem do lado esquerdo e lado direito.” Refere ainda que o “artigo à venda” já está “usado”, mas oferece os portes de envio e continua a listar “qualidades”: “Licenciado com distinção num domingo e boa capacidade para idiomas como o castelhano e inglês. Boa rede de contactos com políticos de vários países e extraordinária rede de contactos de amigos em Portugal. Muitos amigos. Aliás, amigos assim não se encontram em muitos países.”
A data limite para licitar o primeiro-ministro português e, assim, evitar que Portugal tivesse que recorrer à ajuda externa, era o dia 3 de Maio.

O que mais aprecio é o humor que os portugueses têm em todas as ocasiões, por mais negras que sejam!

E para terminar, uma anedota:
Sabiam quem é o maior SOGRO de Portugal ?
José Sócrates, que deixou todo o País " À NORA" !

01/11/10

Um país de loucos!

Fiquei de bouca aberta quando vi a notícia no Público, de que milhares de professores podem retroceder na carreira e ter de restituir vencimentos! Ainda por cima tendo tudo sido provocado por vazios da lei!

E, lembrei-me depois, da notícia que tinha lido no Sol sobre o orçamento perdoar autarcas com processos no TC.
É interessante como umas questões são esquecidas e outras lembradas..
Mas, claro, a desgraça do país é a educação, os maus da fita são os professores e alguém tem de pagar a crise!


28/10/10

Finalmente chegaram a acordo!


Um pouco de humor ajuda a descomprimir desta desgraça político-financeira, com FMI à porta!

26/10/10

Buraco


As autoridades chilenas conseguiram finalmente retirar 33 chilenos de um buraco. As autoridades portuguesas estão prestes a enfiar 10 milhões de portugueses num...

22/10/10

Salvem os ricos



O vídeo já é de 2008, mas está bastante actual.

19/10/10

As contradições de Sócrates


Eu sei que o país está numa situação muito complicada, que a crise não é só em Portugal, que são necessárias medidas de fundo para controlar a situação.
Mas preocupa-me, fundamentalmente, ver que quem acaba por sofrer são sempre os mesmos, os que menos têm. Como se costuma dizer, "quando o mar bate na rocha, quem se lixa é o mexilhão"!

16/08/10

As crises do capitalismo


Um vídeo muito interessante baseado na teoria do sociólogo David Harvey. A mudança do sistema é necessária, mas como será possível?
Para quem quiser ver o discurso que deu origem a esta animação, visite a página da RSA Events, The Crises of Capitalism

06/02/10

Os novos pobres

Recebi hoje, no email, esta crónica do Manuel António Pina que achei genial!


Os novos pobres

A crise quando chega toca a todos, e eu já não sei se hei-de ter pena dos milhares de homens e mulheres que, por esse país, fora, todos os dias ficam sem emprego se dos infelizes gestores do BCP que, por iniciativa de alguns accionistas, poderão vir a ter o seu ganha-pão drasticamente reduzido em 50%, ou mesmo a ver extintos os por assim dizer postos de trabalho.
A triste notícia vem no DN: o presidente do Conselho Geral e de Supervisão daquele banco arrisca-se a deixar de cobrar 90 000 euros por cada reunião a que se digna estar presente e passar a receber só 45 000; por sua vez, o vice-presidente, que ganha 290 000 anuais, poderá ter que contentar-se com 145 000; e os nove vogais verão o seu salário de miséria (150 000 euros, fora as alcavalas) reduzido a 25% do do presidente. Ou seja, o BCP prepara-se para gerar 11 novos pobres, atirando ainda para o desemprego com um número indeterminado de membros do seu distinto Conselho Superior. Aconselha a prudência que o Banco Alimentar contra a Fome comece a reforçar os "stocks" de caviar e Veuve Clicquot, pois esta gente está habituada a comer bem.


11/05/09

Efeitos da crise...

Será que vão começar a dar carros?





A Nissan anunciou que vai despedir cerca de 1200 trabalhadores. Milhares de carros da marca estão sem compradores.
A Honda e a Toyota suspenderam a produção. A Honda, em Swindon, tinha anunciado a paragem por 2 meses e extendeu-a agora para 4 meses.
A Jaguar e Land Rover anunciaram a redução de 450 postos de trabalho.
Os locais de armazenamento, em vários países, estão a abarrotar de carros por vender, como mostram as imagens.


Swindon



Corby , Northamptonshire


Sheerness


Long Beach , California


Newark , New Jersey


Detroit , Michigan


Valencia, Espanha


Civitavecchia, Itália


Avonmouth Docks, Bristol




Carros novos ocupando uma auta-estrada que estava fora de uso perto de Bicester, Oxfordshire

22/04/09

A maior lavandaria de dinheiro do mundo ameaça falir

Artigo de Gilles Lapouge - Paris.

A Suíça tremula. Zurique alarma-se. Os belos bancos, elegantes, silenciosos de Basileia e Berna estão ofegantes. Poderia dizer-se que eles estão assistindo na penumbra a uma morte ou estão velando um moribundo. Esse moribundo, que talvez acabe mesmo morrendo, é o segredo bancário suíço.

O ataque veio dos Estados Unidos, em acordo com o presidente Obama. O primeiro tiro de advertência foi dado na quarta-feira.
A UBS - União de Bancos Suíços, gigantesca instituição bancária suíça - viu-se obrigada a fornecer os nomes de 250 clientes americanos por ela ajudados para fraudar o fisco. O banco protestou, mas os americanos ameaçaram retirar a sua licença nos Estados Unidos. Os suíços, então, passaram os nomes. E a vida bancária foi retomada, tranquilamente.

Mas, no fim da semana, o ataque foi retomado. Desta vez os americanos golpearam forte, exigindo que a UBS forneça o nome dos seus 52.000 clientes titulares de contas ilegais!
O banco protestou. A Suíça está temerosa. O partido de extrema-direita, UDC (União Democrática do Centro), que detém um terço das cadeiras no Parlamento Federal, propõe que o segredo bancário seja inscrito e ancorado pela Constituição federal.

Mas como resistir?
A União de Bancos Suíços não pode perder sua licença nos EUA, pois é nesse país que aufere um terço dos seus benefícios.
Um dos pilares da Suíça está sendo sacudido. O segredo bancário suíço não é coisa recente.
Esse dogma foi proclamado por uma lei de 1934, embora já existisse desde 1714. No início do século 19, o escritor francês Chateaubriand escreveu que neutros nas grandes revoluções nos Estados que os rodeavam, os suíços enriqueceram à custa da desgraça alheia e fundaram os bancos em cima das calamidades humanas.
Acabar com o segredo bancário será uma catástrofe econômica.

Para Hans Rudolf Merz, presidente da Confederação Helvética, uma falência da União de Bancos Suíços custaria 300 bilhões de francos suíços ou 201 milhões de dólares.
E não se trata apenas do UBS. Toda a rede bancária do país funciona da mesma maneira. O historiador suíço Jean Ziegler, que há mais de 30 anos denuncia a imoralidade helvética, estima que os banqueiros do país, amparados no segredo bancário, fazem frutificar três trilhões de dólares de fortunas privadas estrangeiras, sendo que os ativos estrangeiros chamados institucionais, como os fundos de pensão, são nitidamente minoritários.
Ziegler acrescenta ainda que se calcula em 27% a parte da Suíça no conjunto dos mercados financeiros "offshore" do mundo, bem à frente de Luxemburgo, Caribe ou o extremo Oriente.
Na Suíça, um pequeno país de 8 milhões de habitantes, 107 mil pessoas trabalham em bancos.
O manejo do dinheiro na Suíça, diz Ziegler, reveste-se de um caráter sacramental. Guardar, recolher, contar, especular e ocultar o dinheiro, são todos actos que se revestem de uma majestade ontológica, que nenhuma palavra deve macular e realizam-se em silêncio e recolhimento...

Onde páram as fortunas recolhidas pela Alemanha Nazi? Onde estão as fortunas colossais de ditadores como Mobutu do Zaire, Eduardo dos Santos de Angola, dos Barões da droga Colombiana, Papa-Doc do Haiti, de Mugabe do Zimbabwe e da Mafia Russa?
Quantos actuais e ex-governantes, presidentes, ministros, reis e outros instalados no poder, até em cargos mais discretos como Presidentes de Municipios têm chorudas contas na Suiça?
Quantas ficam eternamente esquecidas na Suíça, congeladas, e quando os titulares das contas morrem ou caem da cadeira do poder, estas tornam-se impossíveis de alcançar pelos legítimos herdeiros ou pelos países que indevidamente espoliaram?
Porque após a morte de Mobutu, os seus filhos nuncam conseguiram entrar na Suíca?
Tudo lá ficou para sempre e em segredo...

Agora surge um outro perigo, depois do duro golpe dos americanos.
Na minicúpula europeia que se realizou em Berlim, em preparação ao encontro do G-20 em Londres, França, Alemanha e Inglaterra (o que foi inesperado) chegaram a um acordo no sentido de sancionar os paraísos fiscais.
"Precisamos de uma lista daqueles que recusam a cooperação internacional", vociferou a chanceler Angela Merkel.

No domingo, o encarregado do departamento do Tesouro britânico, Alistair Darling, apelou aos suíços para se ajustarem às leis fiscais e bancárias europeias. Vale observar, contudo, que a Suíça não foi convidada para participar do G-20 de Londres, quando serão debatidas as sanções a serem adotadas contra os paraísos fiscais.
Há muito tempo se deseja o fim do segredo bancário. Mas até agora, em razão da prosperidade econômica mundial, todas as tentativas eram abortadas.
Hoje, estamos em crise.
Viva a crise!!!

Barack Obama, quando era senador, denunciou com perseverança a imoralidade desses remansos de paz para o dinheiro corrompido. Hoje ele é presidente. É preciso acrescentar que os Estados Unidos têm muitos defeitos, mas a fraude fiscal sempre foi considerada um dos crimes mais graves no país.
Nos anos 30, os americanos conseguiram laçar Al Capone.
Sob que pretexto? Fraude fiscal.
Para muito breve, a queda do império financeiro suiço!

16/03/09

Para compreender a crise financeira



No estilo do melhor humor inglês, John Bird e John Fortune explicam as razões da crise económica. Um espectáculo!

04/02/09

Isto é que é uma crise..

Se a crise global continuar, para o fim do ano somente dois
bancos ficarão operacionais: o Banco de Sangue e o Banco de
Esperma!


Mais tarde estes 2 bancos serão fundidos, internacionalizados
e passará a ser chamado:


"The Bloody Fucking Bank"

27/01/09

A crise está em crise


A todos os executivos que mantiveram Portugal em crise desde 1143 até hoje, muito obrigado

Ou estou fortemente enganado (o que sucede, aliás, com uma frequência notável), ou a história de Portugal é decalcada da história de Pedro e o Lobo, com uma pequena alteração: em vez de Pedro e o Lobo, é Pedro e a Crise.

De acordo com os especialistas - e para surpresa de todos os leigos, completamente inconscientes de que tal cenário fosse possível - Portugal está mergulhado numa profunda crise. Ao que parece, 2009 vai ser mesmo complicado.

O problema é que 2008 já foi bastante difícil. E, no final de 2006, o empresário Pedro Ferraz da Costa avisava no Diário de Notícias que 2007 não iria ser fácil. O que, evidentemente, se verificou, e nem era assim tão difícil de prever tendo em conta que, em 2006, analistas já detectavam que o País estava em crise.
Em Setembro de 2005, Marques Mendes, então presidente do PSD, desafiou o primeiro-ministro para ir ao Parlamento debater a crise económica. Nada disto era surpreendente na medida em que, de acordo com o Relatório de Estabilidade Financeira do Banco de Portugal, entre 2004 e 2005, o nível de endividamento das famílias portuguesas aumentou de 78% para 84,2% do PIB.
O grande problema de 2004 era um prolongamento da grave crise de 2003, ano em que a economia portuguesa regrediu 0,8% e a ministra das Finanças não teve outro remédio senão voltar a pedir contenção.
Pior que 2003, só talvez 2002, que nos deixou, como herança, o maior défice orçamental da Europa, provavelmente em consequência da crise de 2001, na sequência dos ataques terroristas aos Estados Unidos. No entanto, segundo o professor Abel M. Mateus, a economia portuguesa já se encontrava em crise antes do 11 de Setembro.
A verdade é que, tirando aqueles seis meses da década de 90 em que chegaram uns milhões valentes vindos da União Europeia, eu não me lembro de Portugal não estar em crise. Por isso, acredito que a crise do ano que vem seja violenta. Mas creio que, se uma crise quiser mesmo impressionar os portugueses, vai ter de trabalhar a sério. Um crescimento zero, para nós, é amendoins. Pequenas recessões comem os portugueses ao pequeno-almoço. 2009 só assusta esses maricas da Europa que têm andado a crescer acima dos 7 por cento. Quem nunca foi além dos 2%, não está preocupado.
É tempo de reconhecer o mérito e agradecer a governos atrás de governos que fizeram tudo o que era possível para não habituar mal os portugueses.
A todos os executivos que mantiveram Portugal em crise desde 1143 até hoje, muito obrigado. Agora, somos o povo da Europa que está mais bem preparado para fazer face às dificuldades.



Uma visão positiva da crise

"Vocês que sempre economizaram tanto para os dias piores... podem começar a gastar: os dias piores já chegaram."



18/01/09

Não existe crise!!!



Não sei quem é o Arnaldo, mas o tipo sabe muito de economia!! E de certeza que trabalha na função pública!



13/01/09

Plano para salvar Portugal da crise

Passo 1:
Trocamos a Madeira e os Açores pela Galiza, mas os espanhóis têm que levar o Sócrates.

Passo 2:
Os galegos são boa onda, não dão chatices e ainda ficamos com o dinheiro gerado pela Zara (é só a 3ª maior empresa de vestuário). A indústria têxtil portuguesa é revitalizada. A Espanha fica encurralada entre os Bascos e o Sócrates.

Passo 3:
Desesperados, os espanhois tentam devolver o Sócrates. A malta não aceita.

Passo 4:
Oferecem também o Pais Basco. A malta mantem-se firme e não aceita.

Passo 5:
A Catalunha aproveita a confusão para pedir a independência. Cada vez mais desesperados, os espanhois devolvem-nos a Madeira e os Açores e dão-nos ainda o Pais Basco e a Catalunha. A contrapartida é termos que ficar com o Sócrates. A malta arma-se em difícil mas aceita.

Passo 6:
Damos a independência ao País Basco. A contrapartida é eles ficarem com o Sócrates. A malta da Eta pensa que pode bem com ele e aceita sem hesitar. Sem o Sócrates Portugal torna-se um paraíso e a Catalunha não causa problemas.

Passo 7:
Afinal a Eta não aguenta o Sócrates, e o País Basco pede para se tornar território português. A malta faz-se difícil mas aceita (apesar de estar lá o Sócrates).

Passo 8:
Fazemos um acordo com o Brasil. Eles enviam-nos o lixo e nós mandamos-lhes o Sócrates.

Passo 9:
O Brasil pede para voltar a ser colónia portuguesa. A malta aceita e manda o Sócrates para os Farilhões das Berlengas apesar das gaivotas perderem as penas e as andorinhas do mar deixarem de por ovos.


Passo 10:
Com os jogadores brasileiros mais os portugueses Portugal torna-se campeão do mundo de futebol!

Passo 11:
Os espanhóis ficam tão desmoralizados, que nem oferecem resistência quando os mandamos para Marrocos.

Passo 12:
Unificamos finalmente a Península Ibérica sob a bandeira portuguesa.

Passo 13:
A dimensão extraordinária adquirida que une a Península e o Brasil, torna-nos verdadeiros senhores do Atlântico.
Colocamos portagens no mar, principalmente para os barcos americanos, que são sujeitos a uma sobretaxa tão elevada que nem o preço do petróleo os salva.

Passo 14:
Economicamente asfixiados eles tentam aterrorizar-nos com o Bin Laden, mas a malta ameaça enviar-lhes o Sócrates e eles rendem-se incondicionalmente.
Está ultrapassada a crise!