07/04/09

Arte Corporal

pintura corporal

Acho estas imagens de uma beleza espantosa! Têm uma harmonia na cor e na forma, uma suavidade e sensualidade que me encantam. Encontrei no etoday.ru

pintura corporal
pintura corporal
pintura corporal
pintura corporal
pintura corporal
pintura corporal
pintura corporal
pintura corporal

O Amor visto pelas Crianças

«Quando a minha avó ficou com artrite, não se podia dobrar para pintar
as unhas dos dedos dos pés. Portanto o meu avô faz sempre isso por
ela, mesmo quando apanhou, também, artrite nas mãos. Isso é o amor.»

Rebeca, 8 anos



«Quando alguém te ama, a maneira como pronuncia o teu nome é
diferente. Tu sentes que o teu nome está seguro na boca dessa pessoa.»

Billy, 4 anos



«O amor é quando uma rapariga põe perfume e um rapaz põe colónia da
barba e vão sair e se cheiram um ao outro.»

Karl, 5 anos



«O amor é quando vais comer fora e dás grande parte das tuas batatas
fritas a alguém, sem a obrigares a darem-te das dele.»

Chrissy, 6 anos



«O amor é o que te faz sorrir quando estás cansado.»

Terri, 4 anos



«O amor é quando a minha mamã faz café ao meu papá e bebe um golinho
antes de lho dar, para ter a certeza de que o sabor está bom.»

Danny, 7 anos



«O amor é estar sempre a dar beijinhos. E, depois, quando já estás
cansado dos beijinhos, ainda queres estar ao pé daquela pessoa e falar
com ela. O meu pai e a minha mãe são assim. Eles são um bocado
nojentos quando se beijam.»



Emily, 8 anos rsssssssssssssss



«O amor é aquilo que está contigo na sala, no Natal, se parares de
abrir os presentes e escutares com atenção.»

Bobby, 7 anos



«Se queres aprender mais sobre o amor, deves começar por um amigo que odeies.»

Nikka, 6 anos



«O amor é quando dizes a um rapaz que gostas da camisa dele e, depois,
ele usa-a todos os dias.»

Noelle, 7 anos



«O amor é quando um velhinho e uma velhinha ainda são amigos, mesmo
depois de se conhecerem muito bem.» (nem Sócrates, Descartes ou Freud
diriam algo mais certo...)

Tommy, 6 anos



«Durante o meu recital de piano, eu estava no palco e sentia-me
apavorada. Olhei para todas as pessoas que estavam a olhar para mim, e
reparei no meu pai que estava a acenar-me e a sorrir. Era a única
pessoa a fazer aquilo. O medo desapareceu»

Cindy, 8 anos



«A minha mãe ama-me mais do que ninguém. Não vês mais ninguém a dar-me
beijinhos para dormir.»

Clare, 6 anos



«Amor é quando a mamã dá ao papá o melhor pedaço da galinha.»

Elaine, 5 anos



«Amor é quando a mamã vê o papá bem cheiroso e arranjadinho e diz que
ele ainda é mais bonito do que o Robert Redford.»

Chris, 7 anos



«Amor é quando o teu cãozinho te lambe a cara toda, apesar de o teres
deixado sozinho todo o dia .»

Mary Ann, 4 anos tão querida



«Eu sei que a minha irmã mais velha me ama, porque me dá todas as
roupas usadas e tem de ir comprar outras.»

Lauren, 4 anos



«Quando amas alguém, as tuas pestanas andam para cima e para baixo e
saem estrelinhas de ti.» (quanta arte!)

Karen, 7 anos



«Amor é quando a mamã vê o papá na casa de banho e não acha isso indecente.»

Mark, 6 anos



«Nunca devemos dizer 'Amo-te', a menos que seja mesmo verdade. Mas se
é mesmo verdade, devemos dizer muitas vezes. As pessoas esquecem-se .»

Jessica, 8 anos



E a última? O autor e conferencista Leo Buscaglia falou de um concurso
em que ele teve de ser júri. O objectivo era encontrar a criança mais
cuidadosa.

A vencedor foi um rapazinho de quatro anos, cujo vizinho era um
velhote que perdera recentemente a sua esposa. Depois de ter visto o
senhor a chorar, o menino foi ao quintal do velhote, subiu para o seu
colo e sentou-se. Quando a mãe perguntou o que dissera ao vizinho, o
rapazinho disse:

"Nada, só o ajudei a chorar".

A pilita alentejana

Rija, enquanto durou.
Agora q'amolengou
e antes q'a morda a cobra,
Vou atá-la c'uma corda
Pra ela nã me fugiri.

Preciso da sacudiri,
Leva tempo pá'cordari
Já nem se sabe esticari.



Más lenta q'um caracoli,
Enrola-se-me no lençoli.

Ninguém a tira dali,
Já só dá em preguiçari.
Nada a faz alevantari
E já nã dá com o monti,
Nem água bebe na fonti.

Que bich'é que lhe mordeu?


Parece defunta, morreu.
Deu-lhe p'ra enjoari,
Nem lh'apetece cheirari.
Jovem, metia inveja.
Com más gás q'uma cerveja,
Sempre pronta p'ra brincari.

Cu diga a minha Maria,
Era de nôte e de dia.


Até as mulheres da vila,
Marcavam lugar na fila,
P'ra eu lha poder mostrari !
Uma moura a trabalhari,
Motivo do mê orgulho.

Fazia cá um barulho !
Entrava pelos quintais,
Inté espantava os animais.


Eram duas, três e quatro,
Da cozinha até ao quarto
E até debaixo da cama.
Esta bicha tinha fama.

Punha tudo em alvoroço,
Desde o mê tempo de moço.
A idade nã perdoa,
Acabô-se a vida boa !


Depois de tanto caçari,
Já merece descansari.
Contava já mê avô:
"Niuma rata lhe escapou !"
É o sangui das gerações.
Mas nada de confusões,

Pois esta estória aqui escrita,
É da minha gata, a Pilita !

06/04/09

De combóio desde a Áustria até Pyongyang, na Coreia do Norte

combóio


Uma viagem desde a Áustria a Pyongyang de combóio, feita por dois rapazes que

  • Percorreram 860 km de combóio desde o ponto mais a norte da Coreia do Norte até Pyongyang.
  • Passaram por regiões que normalmente estão vedadas a turistas.
  • Passaram cerca de 36 horas na Coreia do Norte sem nenhum guia.
  • Passearam livremente na estação de Tumangan, a estação de fronteira entre a Rússia e a Coreia do Norte.
  • Tiveram conversas interessantes com os guardas fronteiriços em Tumangan.
  • Foram convidados pelos Norte Coreanos no combóio para almoçar com eles.
vienna-pyongyang.blogspot.com

05/04/09

Utilidades

bingo

Dá sempre jeito para que vai a conferências! Cliquem na imagem para fazer o download em PDF.