30/05/11
Mais uma razão para ter orgulho em ser portuguesa
Um grande estudo em curso, financiado pela União Europeia é o projecto Health Impacts of Airborne Allergen Information Network (HIALINE) do qual a Universidade de Évora (UE) é membro. Este estudo pretende avaliar os efeitos das diferenças climáticas e das mudanças em relação à exposição a alérgenos, para possibilitar o alerta precoce e calcular os efeitos do clima e das suas alterações nos locais de exposição.
Se soubermos qual o tipo de pólen que nos provoca a alergia podemos tentar reduzir o contacto, e iniciar o tratamento na altura certa.
Um estudo feito há pouco tempo em Espanha, refere que uma das zonas do mundo com maiores níveis polímicos é a Península Ibérica que é também uma das regiões mais afectadas pela subida de temperaturas, que poderá dentro de alguns anos ter um clima parecido ao do deserto.
A análise do conteúdo do ar em partículas biológicas é importante para conhecer as potenciais repercussões negativas sobre a saúde humana, e em Portugal existem vários polinómetros que fazem uma recolha contínua dos pólenes, em várias regiões do país, possibilitando muita informação.
José Feijó, investigador do departamento de Biologia Vegetal, do Instituto Gulbenkian da Ciência, explicou que, "se a evolução ambiental for no sentido de haver menor precipitação, haverá maiores níveis de alérgeno no ar” e, consequentemente, mais alergias. Mais sobre o assunto no Ciência Hoje.
18/03/10
Avatars Portugueses
Estão divertidos, mas acho que não deviam ser transformados em avatares pois, se bem me lembro, os avatares do filme eram bonzinhos.. Estes deviam ser transformados em diabinhos!





21/04/09
Agostinho da Silva: qual o seu legado?
Filósofo, poeta, ensaísta, teólogo, fundador de universidades. Agostinho da Silva marcou o séc. XX português e o seu espírito livre continua a contagiar todos aqueles que se cruzam com a sua obra.
“O Legado de Agostinho da Silva: quinze anos depois da sua morte” foi o tema do colóquio que decorreu a 3 de Abril na Faculdade de Letras de Lisboa.
Agostinho da Silva faleceu a 3 de Abril de 1994 deixando ainda muita obra por publicar e divulgar.
A Associação Agostinho da Silva, organizadora deste colóquio, reúne professores e amigos do pensador português e tem como objectivo maior difundir a obra de Agostinho da Silva.
Assim, no final da tarde de hoje, o Portal Agostinho da Silva vai começar a disponibilizar gradualmente todas as obras do pensador, obra que vai também ser editada na totalidade pela Imprensa Nacional Casa da Moeda.
Agostinho, uma vida total
Em 1931 parte como bolseiro para Paris, onde estuda na Sorbonne e no Collège de France. Após o seu regresso em 1933, dá aulas no ensino secundário em Aveiro até 1935, altura em que é demitido do ensino oficial por se recusar a assinar a Lei Cabral, que obrigava todos os funcionários públicos a declararem por escrito que não participavam em organizações secretas (e como tal subversivas).
No mesmo ano, consegue uma bolsa do Ministério das Relações Exteriores de Espanha e vai estudar para o Centro de Estudos Históricos de Madrid. Em 1936 regressa a Portugal devido à iminência da Guerra Civil Espanhola.
Três anos depois, Agostinho dava início a uma actividade que marcaria a vida de muitos. Cria o Núcleo Pedagógico Antero de Quental e em 1940 publica “Iniciação: cadernos de informação cultural”.
No total 120 cadernos foram escritos e editados por Agostinho da Silva, entre 1937 e 1944. Mas seriam os cadernos «O Cristianismo», editado em 1943, e «Doutrina Cristã», 1944, que abriram um fogo-cruzado entre Agostinho, Igreja e Estado Novo.
Na sequência da polémica em torno desse texto (onde Agostinho dizia, por exemplo, que Deus não exige nenhum culto dos seus seguidores e defendia que toda a escola era um templo), Agostinho é preso pela polícia política em 1943.
Abandona o país no ano seguinte em busca de uma liberdade que não lhe era permitida no seu país: o destino foi a à América do Sul, passando pelo Brasil, Uruguai e Argentina.
Em 1947 instala-se definitivamente no Brasil, onde viveu até 1969. Fundou várias universidades, como a de Santa Catarina, onde estabelece também uma forte ligação com a população local, nomeadamente os pescadores. Dizia aprender tanto com eles como com os grandes filósofos. Em 1961 torna-se assessor para a política externa do presidente Jânio Quadros.
Agostinho regressa a Portugal em 1969, por altura da Primavera Marcelista. Dedicou-se a escrever e a leccionar em diversas universidades portuguesas, dirigindo o Centro de Estudos Latino-Americanos da Universidade Técnica de Lisboa, e assumido o papel de consultor do Instituto de Cultura e Língua Portuguesa (actual Instituto Camões).
Em Portugal, foram as “Conversas Vadias” que abriram a porta à maioria da população para o universo do professor Agostinho da Silva. Treze entrevistas que colocavam o professor frente a frente com personalidades como Maria Elisa, Herman José, Adelino Gomes ou Baptista Bastos colaram milhares à televisão.
Agostinho da Silva morreu aos 88 anos.
Links relacionados:
Saber mais sobre Agostinho da Silva...
"Conversas Vadias" e outros vídeos sobre Agostinho da Silva
Agostinho da Silva em debate 15 anos após a sua morte
Portal Agostinho da Silva
22/02/09
Tuguices...
- Faço por 3 milhões - disse o alemão :
- Um pela mão-de-obra,
- Um pelo material e
- Um para meu lucro.
- Faço por 6 milhões - propôs o americano :
- Dois pela mão-de-obra,
- Dois pelo material e
- Dois para mim.
- Mas o serviço é de primeira.
- Faço por 9 milhões - disse o português.
- Nove?!? - Espantou-se o autarca:
- É demais!!! Por quê?!?
- Três para mim,
- Três para si,
- E três para o alemão fazer a obra...
- Feito !!!
21/02/09
11/01/09
Portugalidade

Primeiro encontrei um link para o Urban Sketchers onde descobri alguns desenhos muito portugueses. Apeteceu-me procurar mais sobre Portugalidade, um conceito tão complicado de explicar, e entrei numa página muito curiosa, sorbre a "marca Portugal". Perdi-me no meio dos textos e imagens de que somos feitos, onde nos redescobrimos e identificamos.
06/01/09
Aristides de Sousa Mendes

Um homem que sacrifica a família e a sua carreira para salvar mais de 30 000 pessoas, merece cair no esquecimento, sem que esta "lição", seja passada às gerações seguintes?
Aristides de Sousa Mendes foi um homem injustiçado, por vezes desconhecido, que merece ser relembrado ao longo das gerações, pela defesa cerrada dos DIREITO À VIDA e do DIREITO À LIBERDADE. Permitindo, juntamente com a sua família, a fuga de mais de 30 000 vidas à morte.
Atribuir o seu nome à nova ponte a construir sobre o rio Tejo, em Lisboa, será uma forma de fazer perpetuar a memória de Aristides de Sousa Mendes.
Por isso, todos os que julgarem que um exemplo como este, deve ser relembrado para "sempre", podem assinar esta petição on-line.
Para assinar a petição (abaixo-assinado), basta abrir o link que se
segue e introduzir o nome e o numero de Identificação
pessoal (Bilhete de Identidade ou outro equivalente):
Assinar petição
Continua ..
clique nas imagens para ampliar





Aristides de Sousa Mendes
Links
http://mvasm.sapo.pt/
http://www.aristidesdesousamendes.web.pt/
http://amigosdesousamendes.blogspot.com/
http://www.sousamendes.com/zindex.htm
http://www.netprof.pt/netprof/servlet/getDocumento?id_versao=13983
http://www.answers.com/topic/aristides-de-sousa-mendes
http://pt.wikipedia.org/wiki/Aristides_de_Sousa_Mendes
http://videos.sapo.pt/gMSnp97ZacuCVILQm4ko
http://dn.sapo.pt/2007/10/20/dngente/da_nobreza_como_virtude_rara.html
http://www.nytimes.com/2007/02/03/us/03beliefs.html?_r=3&oref=slogin&oref=slogin
http://pagesperso-orange.fr/d-d.natanson/aristides_de_souza.htm
http://www.soroptimist-israel.org/international/asm_testimonial.htm
http://antoniopovinho.blogspot.com/2006/10/os-homens-so-do-tamanho-dos-valores.html
http://sol.sapo.pt/blogs/jorgepaz/archive/2008/02/21/ARISTIDES-DE-SOUSA-MENDES_3A00_-a-desobedi_EA00_ncia-do-Justo_2100_.aspx
http://sol.sapo.pt/blogs/anahory/default.aspx
http://naoapaguemamemoria2.blogspot.com/2007/06/aristides-de-sousa-mendes-homenagem-e-o.html
27/09/08
Portugal no seu melhor!
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Humor do dia a dia dos emails portugueses. Há fotos únicas e textos com piada.
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