30/05/07
Lição de Português em Angola
sere, heh! Têns
kaprender muuuitu bem o teu linguá, prá ires nu "Puto" i dispois
nu Uropa prá
puderês fálarê, esconvnietêmentê, juntu dus "tuga" dêre mêmo! Hakka, heh!!!
Asbrássu Amigu! "Patríciu"
Lição de Português em Angola
Numa escola em Angola, a professora pergunta a um aluno:
- Marreta diga aí um verbo.
- Bicicreta.
- Não é bicicreta seu matumbo É bicicleta. E bicicleta não é verbo.
Depois, perguntou ao segundo aluno:
- Marcolino diga aí um verbo:
- Prástico.
- Não é prástico seu preto di merda. É plástico. E plástico não é
verbo. A professora, desesperada, perguntou ao terceiro aluno.
- Virgolino diga aí um verbo:
- Hospedar.
- Muito bem! Agora diga uma frase com o verbo que você escolheu.
- Hospedar da bicicreta são de prástico
29/05/07
Marido honesto... Já não há maridos assim ...
Apresentada a tribunal, e em audiência, o juiz pergunta-lhe:
- O que é que a senhora roubou?
- 1 lata pequena de pêssegos.
- Porque é que roubou?
- Porque estava com fome.
- Quantos pêssegos tinha a lata?
- Tinha 6 pêssegos.
O juiz então disse:
- Vou mandá-la prender por 6 dias, 1 dia por cada pêssego.
Nisto, e antes que o juiz tivesse terminado a sentença, ouve-se o marido da arguida:
- Sr. Dr. Juiz, posso dar uma palavrinha sobre o ocorrido?
- Diga homem, o que é que tem a dizer?
- É que ela também roubou uma lata de ervilhas...
SENHA DO CARTÃO DO BANCO INVERTIDA
Por exemplo, se sua senha for 1234, então você digita 4321. A maquina reconhece que sua senha está invertida, de acordo com o cartão que você acabou de inserir.
A maquina, de qualquer maneira, lhe dará o dinheiro, mas para desconhecimento do ladrão, a policia será imediatamente accionada/ enviada para lhe ajudar.
Esta informação foi recentemente publicitada via TV, mas raramente é usada, porque as pessoas não sabem da existência desse mecanismo de defesa.
Por favor, passem isso adiante a todos os vossos conhecidos.
É uma informação extremamente útil e necessária .
O silêncio é de ouro... principalmente para o pessoal ensonado,com os miolos a trabalhar a meio gás
MULHER: Se eu morresse casavas outra vez?
MARIDO: Claro que não!
MULHER: Não? Não por quê? Não gostas de estar casado?
MARIDO: Claro que gosto.
MULHER: Então porque é que não casavas de novo?
MARIDO: 'Tá bem, casava...
MULHER: (com um olhar magoado) Casavas?
MARIDO: Então?...
MULHER: E dormirias com ela na nossa cama?
MARIDO: Onde é que tu querias que nós dormíssemos?
MULHER: E substituirias as minhas fotografias por fotografias dela?
MARIDO: É natural que sim...
MULHER: E ela ia usar o meu carro?
MARIDO: Não. Ela não tem carta...
MULHER: (silêncio)
MARIDO: Merda...
Padre X Rabino
- Muito obrigado.Mas saberá que a minha religião não permite a carne de porco!?
- Nooosssa! Que religião mais esquisita! Comer leitão é uma delííícia!
-comenta o padre com ironia. Na hora da despedida, o rabino chega para o padre e diz:
- Mande minhas recomendações a sua mulher!
E o padre, horrorizado:
- Minha mulher? Não sabe que a minha religião não permite casamento de sacerdotes?
- Nooosssa!-comenta o rabino- Que religião mais esquisita! Comer uma mulher é uma delííícia!
Pensamento do dia...
Descobri que o melhor tratamento de beleza é a bebedeira!
Quando estou com uns copos a mais, toda a gente me elogia:
"Tás lindo, tás…"
Um pequeno conto Rural
Um homem entra em casa com uma ovelha nos braços.
A mulher, deitada na cama, está a ler um livro.
Diz o homem:
- Olha amor esta é a vaca a que me atiro quando te doi a cabeça.
Diz a mulher:
- Se não fosses parvo verias que isso é uma ovelha não uma vaca.
O homem sorri e responde:
- E tu se não fosses tão burra verias que estou a falar com a ovelha e
não
contigo...
Escapadinhas...
Reza a historia que num casal de recém casados, com apenas 2
semanas de casamento, o marido, apesar de feliz, já estava com uma
vontade irreprimível de sair com a malta para fazer uma festa.
Assim ele diz para a queridinha:
- Mor já volto...
- Onde vais meu docinho...? (com expressão de recém casados)
- Ao barzinho, tomar uma geladinha.
A mulher põe a mão na cintura e responde-lhe:
- Queres uma cervejinha, meu amor???
E nesse momento abre a porta do frigorifico e mostra-lhe 25 marcas
diferentes de cervejas de 12 países, alemãs, holandesas, japonesas,
americanas, mexicanas etc.. O marido sem saber o que
fazer, responde-lhe:
- Meu docinho de coco... mas no bar... sabes... o copo é gelado. O
marido não tinha terminado de falar, quando a esposa interrompe a
sua conversa e lhe diz:
- Queres um copo gelado, mor?
Nesse momento a esposa tira do congelador um copo bem gelado,
branco, branco, que ate tremia de frio. Então o marido responde:
- Mas, meu céu, no bar tem aqueles salgadinhos óptimos... Já
volto, tá?
- Queres salgadinhos meu amor???
A mulher abre o forno e tira 15 pratos de salgadinhos diferentes:
bolinhos de bacalhau, rissóis, pipocas, amendoins, pasteis de
carnes, empadinhas...
- Mas minha bonequinha... lá no bar... sabes.... as piadas, os
palavrões, tudo aquilo.....
- Queres palavrões meu amor??? ENTÃO VAI PRÓ CARALHO, MAS DAQUI TU
NÃO SAIS, MEU FILHO DA PUTA!!
Há engenheiros e engenheiros...
Sabem:
2003 - É que os tipos da AR não perceberam bem que eu ainda não era engenheiro. E vai daí... Foram uns incompetentes!
2004, mais coisa menso coisa - É que os tipos do Governo Guterres não perceberam bem que eu ainda não era engenheiro. E vai daí... Foram uns incompetentes!
2006 - Os tipos da UI (Universidade Independente) eram compreensivos e lá resolveram a coisa. Bem ... pronto ... quer d'zer ... Finalmente era ENGENHEIRO "à séria"!!
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Comentário de um Óvinte - não, de um Ócinquenta:
Mas ... enfim, manda o rigor - lei do tempo de PM do actual PR - que só pode usar o título de Engenheiro quem tenha feito curso reconhecido pela corporação "Ordem dos Engenheiros" ou faça exame compensatório, caso ao curso que tenha feito não seja reconhecido.
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- Ora ... bem ... sabem ... um político tem tanto que fazer que nem repara nessas minudências legais. Sim, porque um político deve fazer leis, não segui-las! Bem, não era bem isto que queria dizer, mas ... Ok, pronto, sou só licenciado. Mas juro que foi a sério! Aliás, como vêem, aquela UI sempre terá sido gerida pelos princípios mais transparentes da procura da influência e do lucro ... Desculpem: dos conhecimentos pessoais - não, bolas: do conhecimento científico, etc., etc.
Aldeia da Roupa Branca (Sócrates)
Ai o Gago não mata,
Ai 'té lava diplomas,
Ai põe-nos cor de prata.
Três diplomas, um bacharel,
Sete exames, um Doutor,
Três notinhas no papel,
Que o freguês é um Senhor.
Engenheiro, sorridente,
Engenheiro que o curso aldrabou,
Universidade, Independente,
Povinho que o Sócrates enganou.
Um curso de engenheiro,
Vê lá bem tão lavadinho,
Influências ou dinheiro,
Vê lá bem, está aprovadinho .
Medicina no Portugal profundo
que tinha chegado a hora de se aposentar depois de ter exercido
a medicina mais de 50 anos !
Ele encontrou um jovem médico para o lugar dele, e sugeriu
ao novo diplomado de o acompanhar nas visitas domiciliares,
para que as pessoas se habituassem a ele progressivamente.
Na primeira casa uma mulher queixou-se que lhe doía muito o estômago.
O velho doutor respondeu-lhe:
- Sabe, a causa provável, é que você abusou das frutas frescas...
Por que não reduz a quantidade que consome ?
Quando eles saíram da casa
O jovem disse:
- O senhor nem sequer examinou
aquela mulher...Como conseguiu chegar a este diagnóstico assim tão rápido ?
- Oh, nem valia a pena examiná-la...
Você notou que eu deixei cair o estetoscópio no chão ?
Quando me baixei para apanhá-lo, notei que havia meia dúzia de
cascas de bananas no balde do lixo.
É provável que fosse isso que lhe deu as dores.
- Humm ! Que esperteza !
- Eu penso que vou tentar empregar essa técnica na próxima visita.
Na casa seguinte, eles passam vários minutos a falar com uma mulher ainda jovem.
Ela queixava-se de uma grande fadiga:
- Eu me sinto completamente vazia...
O jovem doutor disse-lhe então :
- Você deu provavelmente muito de si mesma para a igreja...
Talvez que, se reduzir essa actividade, lhe permita de recuperar
um pouco de energia.
Assim que deixaram aquela casa, o velho doutor disse para o novo :
- O seu diagnóstico surpreendeu-me...
Como é que chegou à conclusão que aquela mulher se dava de corpo
e alma aos trabalhos religiosos ?
- Eu apliquei a mesma técnica
precedente que o senhor me indicou :
deixei cair o meu estetoscópio, e quando me baixei para o apanhar,
vi que o padre estava debaixo da cama...!!!
QUAL É A DIFERENÇA ?
Num dos seus artigos, o jornalista brasileiro Millor Fernandes lançou um desafio através de uma pergunta : Qual é a diferença entre um Político e um Ladrão ?
Um leitor chamado Fábio Viltrakis, de Santos - São Paulo, respondeu todo orgulhoso :
-"Caro Millôr, acho que descobri a resposta para o seu enigma, após uma longa pesquisa cheguei a esta conclusão : a diferença entre um político e um ladrão é que, o primeiro eu escolho, e o segundo escolhe-me. Acertei ?"
Eis a réplica do Millor :
"Puxa, Fábio, você é um génio .... Conseguiu achar UMA diferença entre um político e um ladrão! Parabéns !"
Pequena carta a José Sócrates
"Senhor primeiro-ministro eu não conheço o caso senão pelas páginas dos jornais mas sei que Fernando Charrua é um professor de Inglês requisitado pela Direcção Regional de Educação do Norte (DREN) e agora suspenso por ter gracejado sobre o processo da sua licenciatura.
Mais de meio país, seguramente, fez "comentários" sobre o assunto - graçolas, piadas, anedotas, coisas soezes ou apenas risíveis e imbecis. O senhor sabe. É natural, somos portugueses e conhecemos a injustiça do humor de Gil Vicente, mesmo que o assunto seja tão irritante e tão menor como esse. O tema não é tabu e o senhor mesmo foi à televisão por causa dele.
A responsável pela DREN, avisada por alguém (que achou por bem denunciar o caso, sabe-se lá porquê) achou que o comentário do professor era um insulto ao primeiro-ministro e resolveu suspendê-lo de funções e instaurar-lhe um processo disciplinar, com participação - creio - ao Ministério Público.
O que apurará o processo não se sabe ainda, mas prevejo um grande debate sobre o que é e não é insulto e sobre os deveres dos funcionários públicos.
A coisa promete. Como em muitas situações semelhantes, vamos ter mais anedotas sobre o assunto. Ele merece.
De acordo com a directora regional de Educação - é, portanto, a posição oficial do Ministério da Educação -, "o Sr. primeiro-ministro é o primeiro-ministro de Portugal" e os funcionários públicos devem-lhe respeito. Ora, nem que não fosse primeiro-ministro.
Em declarações ao jornal "Público", Margarida Moreira acrescentou que a sua decisão (a de suspender o professor, a de instaurar-lhe um processo disciplinar e a de participar ao Ministério Público) se deve ao facto de "poder haver perturbação do funcionamento do serviço". Dado que o processo se encontra em fase de "segredo", uma figura jurídica que serve para tudo, não sabemos que insulto lhe terá Fernando Charrua dirigido, a si, senhor primeiro-ministro, que pudesse perturbar tão gravemente "o serviço". Imagino que o senhor também não saiba. Mas, andando na política há tantos anos, suponho que nenhum insulto lhe deva ser estranho. Basta aparecer na televisão, ter um nome e ocupar um cargo. O senhor sabe como essas coisas se passam. De tudo fazemos uma anedota. O mundo é cruel. Há, evidentemente, a hipótese de a notícia não ser totalmente verdadeira. Mas não vejo como a directora da DREN confirmou-a e o ministério da Educação não a desmentiu até hoje.
Se o processo disciplinar ao professor continuar a correr neste segredo, aumentarão os rumores e as suspeitas. A principal delas, mesmo sendo injusta, é a de que o senhor autoriza o Ministério da Educação, através da DREN, a fomentar o autoritarismo, o culto da personalidade ou a perseguição política a funcionários públicos que contem anedotas sobre José Sócrates.
Seja como for, acho que a directora da DREN se excedeu. Foi mais papista do que o papa e causou-lhe, a si, um problema o de poder passar a haver despedimentos por "delito de opinião", o que é muito grave.
O senhor dirá que não se trata de um despedimento mas, na pobre linguagem da pequena política, já se sabe que não basta "ser" - é também necessário "parecer". Ora, isto parece, exactamente, "delito de opinião". Argumentarão alguns que o comentário foi feito "nas horas de serviço" e "nas instalações da DREN"; teria sido assim tão grave que as paredes da DREN coraram de vergonha? Sei que o senhor primeiro-ministro não concorda com este tipo de perseguições. Não deixe que isso aconteça no seu, e meu, país. De contrário, o senhor será responsável pelo reaparecimento de milhares de pequenos ditadores e papistas, um pouco por todo o lado. Eles detestam-no a si porque o senhor é de uma nova geração de políticos que nasceu para a política já em liberdade; mas aproveitarão a boleia que este caso pode dar-lhes para satisfazer a pequena tentação portuguesa da intolerância".
Francisco José Viegas
Jornal de Notícias
Encontrado no blogue http://ocantinhodaeducacao.blogspot.com/
Grandes ensinamentos dados por gente pequena...
Se a tua mãe esteve a discutir com o teu pai, não a deixes pentear-te."
Sara - 12 anos
Se gostavas de ter um cão, começa por pedir um cavalo."
Luis -13 anos
"Nunca te metas com uma miúda que já te bateu uma vez"
Pedro -9 anos
"Se quiseres dar banho a um gato, prepara-te para tomares um também."
João - 10 anos
"Nunca se deve confiar num cão para guardar a nossa comida."
Gonçalo -11 anos
"Nunca entre numa corrida com os atacadores desapertados."
André - 12 anos
"Quantos mais erros faço mais esperta fico."
Inês - 8 anos
"Há muitas coisas que a gente sabe e que as notas não dizem."
Rita - 10 anos
"Quando as coisas estão escritas em letras pequenas é porque são importantes."
Diogo - 10 anos
ATRACÇÃO FATAL
"Nao sei. Acho que é por causa do cheiro das pessoas. Por isso é que os perfumes e os desodorizantes são tão populares."
João - 9 anos
"Primeiro temos que ser atingidos por uma seta. Depois, deixa de ser uma experiência dolorosa."
Helena - 8 anos.
"Se uma pessoa tiver sardas, ela vai-se sentir atraida por outra que também tenha sardas."
André - 6 anos
A IDADE CERTA PARA CASAR
"Aos oitenta e quatro anos, porque nesta idade ja nao precisamos de trabalhar e podemos passar o dia inteiro a namorar com a outra
Pessoa."
Julia - 8 anos
"Eu vou-me casar assim que sair do infantário."
Tomas - 5 anos
SOLTEIRO OU CASADO ?
"As raparigas devem ficar solteiras. Os rapazes devem casar-se para terem alguém que lhes limpe a roupa e lhes faça a comida."
Catarina - 9 anos
"Fico com dor de cabeça só de pensar nesse assunto. Sou muito pequena para pensar nesses problemas."
Lina - 9 anos
"Uma das pessoas deve saber preencher um cheque. Mesmo que haja muito amor, é sempre necessário pagar as contas."
Eva - 8 anos
MANTER UMA RELAÇÃO
"Passar a maior parte do tempo a namorar em vez de irmos trabalhar."
Tomás - 7 anos
"Não esquecer o nome da namorada. Isso estragava tudo!"
Ricardo- 8 anos
"Pôr o lixo lá fora todos os dias."
Guilherme - 5 anos
"Nunca dizer a uma pessoa que se gosta dela se não for verdade."
Pedro - 9 anos
BELEZA
"Não tem a ver com sermos bonitos ou não. Eu sou bonito e ainda não encontrei ninguém para casar comigo."
Ricardo - 7 anos
TÁCTICAS INFALÍVEIS
"Diz a toda a gente o quanto gostas dela. E não te importes se os pais dela estiverem ao pé."
Manuel - 8 anos
"Levá-la a comer batatas fritas, costuma funcionar."
Bernardo -9 anos
"Eu gosto de hamburgueres e também gosto de ti."
Luis - 6 anos -
(gosto especialmente desta)
"Abanamos as ancas e rezamos para que tudo corra pelo melhor."
Carla - 9 anos
AMOR
"O amor é a melhor coisa que existe no mundo. Mas o futebol ainda é melhor!"
Guilherme - 8 anos
"Sou a favor do amor, desde que ele não aconteça quando estão a dar desenhos animados."
Ana - 6 anos
"O amor encontramos mesmo quando nós tentamos nos esconder dele.Eu fujo dele desde os 5 anos mas as raparigas conseguem sempre encontrar-me."
Nuno - 8 anos
"O amor é a loucura. Mas quero experimentar um dia."
Fabio - 9 anos
CGD - Lê, medite e conteste....
Caixa Geral de Depósitos - Os Vampiros do Século XXI A Caixa Geral de Depósitos (CGD) está a enviar aos seus clientes mais modestos uma circular que deveria fazer corar de vergonha os administradores - principescamente pagos - daquela instituição bancária.
A carta da CGD começa, como mandam as boas regras de marketing, por reafirmar o empenho do Banco em «oferecer aos seus clientes as melhores condições de preço/qualidade em toda a gama de prestação de serviços», incluindo no que respeita «a despesas de manutenção nas contas à ordem».
As palavras de circunstância não chegam sequer a suscitar qualquer tipo de ilusões, dado que após novo parágrafo sobre «racionalização e eficiência da gestão de contas», o «estimado/a cliente» é confrontado com a informação de que, para «continuar a usufruir da isenção da comissão de despesas de manutenção», terá de ter em cada trimestre um «saldo médio superior a EUR1000, ter crédito de vencimento ou ter aplicações financeiras» associadas à respectiva conta. Ora sucede que muitas contas da CGD, designadamente de pensionistas e reformados, são abertas por imposição legal. É o caso de um reformado por invalidez e quase septuagenário, que sobrevive com uma pensão de EUR243,45 - que para ter direito ao piedoso subsídio diário de EUR 7,57 (sete euros e cinquenta e sete cêntimos!) foi forçado a abrir conta na CGD por determinação expressa da Segurança Social para receber a reforma. Como se compreende, casos como este - e muitos são os portugueses que vivem abaixo ou no limiar da pobreza - não podem, de todo, preencher os requisitos impostos pela CGD e tão pouco dar-se ao luxo de pagar «despesas de manutenção» de uma conta que foram constrangidos a abrir para acolher a sua miséria. O mais escandaloso é que seja justamente uma instituição bancária que ano após ano apresenta lucros fabulosos e que aposenta os seus administradores, mesmo quando efémeros, com «obscenas» pensões (para citar Bagão Félix), a vir exigir a quem mal consegue sobreviver que contribua para engordar os seus lautos proventos. É sem dúvida uma situação ridícula e vergonhosa, como lhe chama o nosso leitor, mas as palavras sabem a pouco quando se trata de denunciar tamanha indignidade. Esta é a face brutal do capitalismo selvagem que nos servem sob a capa da democracia, em que até a esmola paga taxa. Sem respeito pela dignidade humana e sem qualquer resquício de decência, com o único objectivo de acumular mais e mais lucros, eis os administradores de sucesso Medita e divulga . . .
Cidadania é fazê-lo, é demonstrar esta pouca vergonha que nos atira para a miserabilidade social.
28/05/07
Meditação dominical
"Tudo aquilo que algum Idiota diz que é Urgente
é algo que algum Imbecil
não fez em Tempo Útil
e querem que tu, o Otário,
se desenrasque para
fazer em Tempo Recorde!"
Conselhos
2- Portugal é um país geométrico: é rectangular e tem problemas bicudos discutidos em mesas redondas...por bestas-quadradas!
3- Os "CORNOS" não existem! Isso foram coisas que te meteram na cabeça. Ok!?
4- O excesso de sexo provoca amnésia e outras merdas que agora não me lembro.
5- O teu futuro depende dos teus sonhos. Por conseguinte, não percas tempo, vai dormir....
6- Nos últimos anos investiu-se muito mais em implantes de seios, implantes de pénis e em Viagra do que na doença de Alzheimer.
Dentro em breve, haverá muita gente dotada com grandes seios ou pénis compridos sem se lembrar para que servem...
7- O cérebro é um órgão maravilhoso. Começa a trabalhar logo que acordamos e só pára quando chegamos ao escritório.
8- Passa a outro e não ao mesmo!
A pouca vergonha do jornalismo português
Os Caminhos Emporcalhados do Jornalismo Português
Tudo na vida tem uma explicação e a verdade acaba por vir sempre ao de
cima.
A campanha contra José Sócrates empreendida por José Manuel Fernandes e
o
jornal que dirige, o “Público”, seguido por alguns apaniguados, só
surpreende quem é cego ou anda desatento neste mundo.
Militante da extrema-esquerda convertido à direita e aos interesses
capitalistas, o senhor José Manuel Fernandes mais não é que um
instrumento
do senhor Belmiro de Azevedo, dono da SONAE, a que pertence o jornal
“Público”.
O actual governo, na pessoa do primeiro-ministro José Sócrates,
despertou a
ira de um inimigo poderoso, quando não fez tudo para viabilizar a OPA
que a
SONAE lançou à PT. Perante um insucesso a que não está habituado, o
grupo
SONAE tinha de tirar desforço da afronta e não perdeu tempo. Tudo
começou em
23 de Março, quando o jornal “Público”, muito cirúrgica e
convenientemente,
transcreveu, na sua secção Blogues em Papel, que apresenta diariamente,
o
seguinte, do http://holehorror.blogspot.com:
“Belmiro de Azevedo é talvez o caso de sucesso do capitalismo português
em
democracia mais representativo das últimas décadas e por isso um puro
produto do pós 25 de Abril. Ambição, determinação, rigor e muita
contenção
nos custos fazem parte da sua imagem de marca. O actual governo, na
pessoa
do primeiro-ministro José Sócrates, comprou um inimigo pela forma como
geriu
(impediu) o dossier OPA. Os primeiros sinais foram dados ontem e hoje a
guerra começou. Prevejo dias difíceis para José Sócrates”.
E assim aconteceu, como se sabe. As insinuações visando o processo da
licenciatura académica do primeiro-ministro surgiram como uma vingança
servida a frio. Converteu-se num ridículo folhetim do jornal que é
dirigido
pelo senhor José Manuel Fernandes, repetido e explorado diária e
exaustivamente não só nesse jornal como em outros órgãos ligados a
interesses privados afins ou co-relacionados.
O senhor José Manuel Fernandes, que repete recorrentemente que se “pede
à
mulher de César que, ao menos, pareça honesta,” afinal de contas não é
mais
que um ponta-de-lança de poderosos interesses privados, como se tem
visto
também com o caso do aeroporto da OTA. Não é difícil concluir que um
aeroporto a sul do Tejo é o que mais interessaria aos projectados
investimentos turísticos para o Litoral alentejano, entre Tróia e
Grândola,
por Belmiro de Azevedo, José Roquette e BES. Alguma razão existe para a
Ota
de um momento para outro originar toda esta polémica.
Pergunta-se se é sério o papel que o senhor José Manuel Fernandes está
a
desempenhar, servindo-se da nobre profissão de jornalista para atingir
fins
que nada têm a ver com uma informação honesta e concordante com o
interesse
da colectividade.
Acho que o senhor José Manuel Fernandes só consegue iludir os pobres de
espírito. Mas esquece-se que este povo vai ficando cada vez mais
esclarecido
sobre as artimanhas de uns quantos que, ignorando a ética e os valores,
mais
não são que pontas-de-lança disfarçados de interesses privados.
Urge fazer uma limpeza na imprensa portuguesa.
Carlos Silva Martins
Remédios Caseiros.
- Fuma?
- Pouco.
- Faz bem. Quanto menos melhor. - Bebe?
- Pouco.
- Ainda bem. - Pratica desporto?
- Não posso. Tenho lesões antigas.
- Pois, é pena. - E sexo, pratica com frequência?
- Muito pouco.
- Isso é que não pode ser. Se não pratica desporto, deve compensar fazendo muito sexo. Vá para casa e pense bem nisso...
Ele foi para casa, contou à mulher o que o médico lhe tinha dito e, de seguida foi tomar um banho.
A mulher, esperançosa, enfeita-se, perfuma-se, põe o seu melhor baby-doll e fica à espera dele, numa pose toda provocante.
Ele sai do chuveiro, perfuma-se cuidadosamente, começa a vestir-se, e a mulher, surpreendida, pergunta:
- Aonde é que vais?
- Não ouviste o que o médico me disse?
- Sim, por isso mesmo estou aqui, já prontinha para... tu sabes!
Então ele responde: - Ah, Francisca, Francisca, lá estás tu outra vez com a mania dos remédios caseiros...
piada do dia
pergunta à avó:
- O que eles estão a fazer, avó?
A avó prefere uma explicação provisória:
- É o seguinte, zequinha: como o cachorrinho de trás está com a patinha
magoada, o cachorrinho da frente deixou ele se apoiar nas costas para
andar.
E zequinha, indignado:
- É sempre assim. A gente ajuda os outros e ainda é enrabado!

O terceiro homem a andar sobre a água
Engenharia - uma ponte inteligente e muito bem conseguida....LINDA

Esta ponte liga a Suecia à Dinamarca. A foto anexa foi tirada da Suécia via avião.Vejam que interessante solução para não atrapalhar a passagem dos navios. Há alguns anos atrás, pensou-se na ponte móvel, mas a engenharia actual é mais moderna:A ponte segue sobre a água até certo ponto, então mergulha e passa pelo subsolo marinho até sair na Dinamarca, deixando o espaço necessário para os navios. Conseguem imaginar? TALVEZ NEM TODOS SAIBAM É QUE ESTA PONTE FOI FABRICADA EM ITÁLIA E OS ACABAMENTOS FINAIS FORAM EFECTUADOS EM *PORTUGAL*, MAIS PROPRIAMENTE EM SINES.........SABIAM!!!!!!! eu não sabia .
Inefável bur rocracia!!!
Há também quem não quer ser Engenheiro.
A troca de correspondência entre um cliente e o seu banco que insiste em
tratá-lo por engenheiro:
"(...)Na
profissão, os senhores indicam-me como engenheiro civil. De facto, já tive
muitas profissões, desde consultor a docente do ensino superior, tradutor e até
escritor. Mas nunca tive o privilégio de trabalhar como engenheiro civil, até
porque a minha licenciatura em engenharia física não mo permitiria. Como tal,
agradeço-lhes que retirem esse dado da profissão, por não ser correcto nem
relevante.
Com os meus cumprimentos,
José Luís Mxxxxxxxx"
"Estimado Cliente, Sr.
José Luís Lxxx,
(...)
No que respeita à sua actividade profissional, e por forma a procedermos
alteração da mesma será deste modo necessário que nos remeta uma cópia
certificada ou original em papel timbrado de uma Declaração da Entidade
Patronal, ou cópia certificada do Cartão Profissional, frente e verso, ou
recibo de vencimento, desde que conste profissão, entidade patronal, situação
contratual e data de admissão, documentação que poderá remeter via correio para
a Remessa Livre n.º 25009, 1144- 960 Lisboa, não sendo necessário selo, ou em
alternativa poderá apresentar os originais junto do Balcão.
Relativamente à certificação, a mesma poderá ser solicitada junto da Junta de
Freguesia, dos CTT, do Notário ou Advogado.
(...)
Encontramo-nos à sua disposição para prestar os esclarecimentos necessários.
Com os melhores cumprimentos,
Montepio,
Direcção de Marketing e Novos Canais"
" Em resposta à vossa
mensagem, tenho-lhes a dizer, com toda a sinceridade, não é da vossa conta a
profissão que eu exerço ou deixo de exercer. Agora, o que não podem, de forma
nenhuma, é atribuir-me uma profissão aleatória que eu nunca exerci, como é a de
engenheiro civil. Portanto, agradeço que retirem qualquer menção à minha
profissão dos vossos dados pessoais a meu respeito, ao abrigo do direito de
rectificação que me assiste, de acordo com a legislação em vigor de protecção
de dados pessoais informatizados. "
"Estimado Cliente, Sr. José Luís Lxxx,
Agradecemos, desde já, o seu contacto.
No seguimento da sua mensagem, e de acordo com a informação facultada na
mensagem envida anteriormente, indicamos que por forma a procedermos à
alteração da sua Actividade Profissional, será necessário que nos remeta a documentação
solicitada, ou apresente a mesma junto de um Balcão, estando este procedimento
de acordo com o Aviso 11/05 do Banco de Portugal.
A Caixa Económica Montepio Geral, no âmbito dos princípios que presidiram à
redacção desse Aviso, tem vindo progressivamente a promover a actualização dos
Dados Pessoais dos Clientes, sempre que as circunstâncias se enquadrem no
espírito do referido Aviso.
Por este motivo, e lamentando qualquer incómodo causado, existe a necessidade
de proceder à actualização dos seus Dados Pessoais, mediante apresentação de um
documento comprovativo da sua Actividade Profissional. Em virtude de
verificarmos que existem outros dados por actualizar, solicitamos também que
nos remeta copia certificada do seu Bilhete de Identidade e Cartão de
Contribuinte, ou apresente os mesmos num Balcão, para que se obtenham cópias e
se proceda à actualização.
(...)
Encontramo-nos disponíveis para prestar os esclarecimentos que considere
necessários,
Com os melhores cumprimentos,
Montepio,Direcção de Marketing e Novos Canais"
"Meus
caros senhores,
Eu não vou enviar a documentação que me pedem, pois insisto que a profissão que
exerço não lhes diz respeito.
Faço então o inverso do ónus da prova.
Mostrem-me os senhores os documentos em que se basearam para dizer que eu sou
engenheiro civil. Quem sabe, de posse deles, até me possa candidatar a
primeiro-ministro.
Se os senhores me garantem que só efectuam essas alterações de posse de
documentos oficiais, então com certeza que tiveram acesso a um certificado de
habilitações que os informou de que eu sou engenheiro civil (espero que não
sejam da Universidade Independente). Pois, peço-lhes então que me enviem a mim
uma cópia desses documentos, pois dava-me um jeitão acrescentar às minhas
habilitações as de Engenheiro Civil, que não sou nem nunca fui. Mas, se
realmente os senhores têm documentos que o provam, é porque deve ser verdade e
eu começo a perceber como é que a situação de engenheiro civil é, neste país,
uma situação muito transitória.
As vossas reservas tinham toda a razão de ser, se eu lhes tivesse a exigir que
me atribuíssem habilitações que eu não tenho. Mas a situação é perfeitamente
inversa. Estão a atribuir-me um curso que eu não tenho e uma profissão que eu
não exerço. Não posso demonstrar que não sou engenheiro civil porque não existe
certificado de habilitação de não-engenheiro civil.
Por isso, repito o direito que me assiste de corrigir dados pessoais
informatizados que estão errados. E exijo que retirem a profissão de engenheiro
civil.
Com os meus cumprimentos,
José Luís M"
"Estimado Cliente, Sr. José xxx,
Agradecemos o seu contacto o qual mereceu a nossa especial atenção.
Em resposta à sua mensagem, informamos que no momento em
que procedeu Abertura da conta de depósitos à ordem o registo
das Habilitações Literárias, não eram efectuadas de acordo com o Aviso 11/2005
de 13 de Julho do Banco de Portugal, o qual é transversal a todas as
Instituições e que obriga nomeadamente aquando da actualização de dados
pessoais, apresentação de comprovativo, bem como na emissão de Meios de
Pagamento que os respectivos dados pessoais e profissionais encontrem-se
devidamente actualizados.
Autrora [sic], as Habilitações Literárias eram inseridas de acordo com o
indicado pelo cliente, podendo, por ventura ocorrer um erro na inserção da
informação, não obstante, à presente data, para que possamos actualizar este
elemento, será necessário, apresentação do Certificado de Habilitações, junto
de um balcão ou envio de cópia certificada para a morada Remessa Livre
25009,1144-960 Lisboa.
Salvaguardando, desta forma, que no futuro possam estar associados bloqueios
que comprometam a realização de operações através dos canais á distancia,
nomeadamente do serviço Montepio24, ou junto das Caixas Automáticas.
Aguardamos a actualização deste elemento bem como dos solicitados na mensagem
anterior, encontrando-nos disponíveis para prestar os esclarecimentos que
considere necessários.
Com os melhores cumprimentos,
Montepio Direcção de Marketing e Novos Canais"
"Ou seja,
segundo me estão a dizer, os senhores enganaram-se a pôr os dados, pois eu
nunca disse que era engenheiro civil. Não tinha motivos para o fazer, pois
nunca o fui e não estava a candidatar-me a um emprego como engenheiro civil na
vossa empresa quando aí abri uma conta.
Ora, porque os senhores se enganaram, agora exigem-me um certificado de
habilitações que certifique um grau que eu não tenho. Certo? Ou seja, vou à
secretaria de uma faculdade de engenharia (penso que já não posso ir à Independente,
porque parece que vai fechar) e peço-lhes que me passem um certificado de
habilitações em como não sou engenheiro civil. Estou certo que devem ter lá um
modelo para isso: Certificado de Habilitações de Não-Engenheiro Civil. Depois,
mando-lhes uma cópia e já posso provar ao mundo que não sou engenheiro civil.
Portanto, devo concluir que, de acordo com o vosso entendimento, qualquer
cidadão que abra conta no vosso banco é engenheiro civil até prova em
contrário...
Disse alguma coisa de errado até agora?
Não lhes passa pela cabeça que é um pouco kafkiano pedir a um cliente que
rectifique os vossos erros informáticos apresentando um certificado de não
habilitações que ateste que ele não é licenciado em engenharia civil?
Fico a aguardar o prazer de mais uma das vossas respostas, pois é um ponto alto
do meu dia verificar até que ponto pode ir a rigidez burocrática de uma
instituição. Peço-lhes ainda que não levem a mal eu estar a compilar esta nossa
interessante troca de mensagens num texto humorístico que espero vir a
publicar, tal é o despropósito de toda esta situação.
Com os meus estimados cumprimentos,
José Luís Mxxxxxxxx"
"Estimado Cliente, Sr. José Luís Mxxxxxxxx,
Agradecemos, desde já, o seu contacto.
No seguimento da sua mensagem, vimos informar que a situação que nos reportou
foi encaminhada para o departamento competente. Após obtermos uma resposta,
procederemos de imediato ao envio de uma mensagem.
Encontramo-nos disponíveis para prestar os esclarecimentos que considere
necessário.
Com os melhores cumprimentos,
Montepio
Direcção de Marketing e Novos Canais"
"Com a
curiosidade que o momento requeria, fui consultar os meus dados, para ver se já
tinham sido devidamente rectificados. Deparei-me com a seguinte pérola da
titularite aguda que assola este país: ![[eunaosouengenheiro.jpg.png]](http://3.bp.blogspot.com/_DDuSjczroas/RiX5eAKbTEI/AAAAAAAAADU/KEWH6uCILvI/s1600/eunaosouengenheiro.jpg.png)
Quando consegui parar de rir, respondi com a seguinte mensagem em três
fascículos (só nos são permitidos 2000 caracteres de cada vez)
Estimadíssimos Senhores,
Fiquei muito feliz por ver que, finalmente, tiveram a amabilidade de agir sobre
os meus dados pessoais.
Constato que ainda não lhes é possível usar o meu número de telefone porque
começa por 30 e isso faz muita confusão ao vosso departamento de informática.
No entanto, folgo em constatar que não perderam o sentido de humor no que toca
aos restantes dados pessoais.
Assim, nas habilitações literárias, de licenciado fui despromovido a 12 ano. Na
verdade, tenho o grau de mestrado em física tecnológica, mas como não faço tenções de lhes
apresentar provas desse facto, fico muito satisfeito por ao menos me
reconhecerem o 12º ano sem necessidade de prova formal.
Como não penso que sejam elitistas
ao ponto de me tratarem pior por ter uma mera escolaridade obrigatória, o 12º
ano fica muito bem, pois também me deu muito trabalho a fazer e, de facto,
possuo esse grau. Deixemos, portanto, as habilitações literárias que estão
muito bem assim.
No título honorífico, puseram "sem título honorífico". Não posso
deixar de confessar que me doeu essa dura chamada à realidade. Mas, de facto,
não me considero titular de nenhum título de nobreza (tive um trisavô visconde,
mas acho que já não conta), não fui ordenado sacerdote, nunca recebi nenhuma comenda
e, à semelhança do nosso Primeiro-ministro, não estou inscrito em nenhuma
ordem, tenho de me conformar à minha condição de vulgar plebeu sem título
honorífico quando, para mais, me recuso a mostrar-lhes o certificado de
habilitações. Portanto, também aqui no título honorífico, estamos de acordo.
Sou simplesmente o José.
Agora, na profissão... aqui temos um problema. O problema para o qual lhes
tenho vindo a chamar a atenção: o facto de eu não ser engenheiro civil,
tornou-se agora bastante mais grave. É que acusam-me de ser engenheiro civil
sem estar inscrito na ordem (caso contrário teria o título de Eng.) e, horror
dos horrores, com as habilitações literárias de um 12º ano. (Continua).
É que nem o nosso primeiro-ministro se atreveu a reclamar o título de eng.
civil com um simples 12º ano. Ele tem, pelo menos, o título do ISEC e, in dubio
pro reo, afirma que concluiu a licenciatura em engenharia civil.
Os senhores, ao dizerem que eu sou engenheiro civil sem estar inscrito na Ordem
dos Engenheiros (caso contrário, tinha o eng) e com um simples 12ºano de
habilitações literárias, colocam-me numa posição muito delicada, incorrendo
mesmo num crime de usurpação de título. E eu não tenho o aparelho do maior
partido político português a proteger-me as costas quando a coisa der para o
torto.
Finalmente, chegamos ao Nome preferencial, onde contrariam disposições
anteriores e me apelidam de Eng. J. L. Mxxxxxxxx. Ora bem, até há umas semanas
atrás, eu não teria grande coisa a opôr, visto que sou licenciado em engenharia
física e todos os licenciados deste país são doutores e engenheiros.
Infelizmente, agora os tempos são outros. Só pode reivindicar-se engenheiro
quem estiver inscrito na Ordem dos Engenheiros. Ora, para minha grande
vergonha, não pago quotas a tão nobre instituição, pelo que terei de abdicar
daquelas três letrinhas. Nem sequer posso pedir um simples "lic" ou
um "mestre", porque na minha teimosia me recuso a entregar-lhes o
certificado de habilitações. Portanto, proponho que fique simplesmente o José
Luís Mxxxxxxxx ou o Zé, para os amigos.
Lamento o trabalho tempo e esforço que essas alterações possam causar. Espero
até não provocar um precedente grave que os obrigue a ir pedir a todos os
vossos clientes Drs. e Engs. o certificado de doutoramento ou o cartão de
membro da Ordem dos Engenheiros, respectivamente.
Mas peço-lhes, rogo-lhes, suplico-lhes, retirem o mal-fadado "Engenheiro
Cívil" da minha ficha de dados . Nunca chamei a ninguém nenhum nome que
não fosse merecido. Esse é claramente imerecido. Prometo manter todas as minhas
contas no vosso estimável banco. Mas, por favor, não digam a ninguém que eu sou
engenheiro civil.
Do sempre vosso,
Zé"
O Milagre da Rainha Santa Sócretina

Ia a Rainha Santa Sócretina na direcção de uma televisão para distribuir mais umas quantas mentiras em forma de medidas de propaganda, na companhia na sua fiel Aia Mariana dos Olhos Lindos, quando inesperadamente lhe surge ao caminho o Rei D. Aníbal Silva e seus dois lacaios, Tony Borges e Ferreira Leite. – Onde ides minha Rainha? – Perguntou ele com voz doce. – Meu Senhor, ia só dar uma volta com a minha aia pelos Jardins do nosso país. – Vós sabeis, Sócretina, que o reino passa por grandes dificuldades e que o povo não anda satisfeito. Não podemos andar sempre a distribuir-lhes mentiras. – Meu Senhor Aníbal, vós já me haveis avisado disso e eu nunca vos desobedeceria. – Não, minha Rainha? É que o amor que o povo vos tem mostrado nas sondagens é muito estranho. Não andareis vós a enganar-me e a distribuir mentirinhas nas minhas costas? – Não seria capaz disso, meu Senhor. – Mentiu a Sócretina. – Que lavais então ai no vosso regaço? Tudo parecia perdido. O seu regaço ia carregado de mentiras para distribuir pelo povo e só um milagre a poderia salvar. Sem saber o que fazer abriu os braços e lá de dentro, perante a surpresa de todos, caíram dezenas de diplomas. – São diplomas, meu Senhor. São diplomas da Universidade Independente.
CAMPANHAS ELEITORAIS:...nem tudo está j á inventado! (EL PAIS de hoje)

Sexo oral a cambio de votos
Una candidata al Senado belga promete 40.000 felaciones a todos los que se inscriban en la web del partido
ELPAIS.com - Madrid - 16/05/2007
No todo está inventado en campaña electoral. Y la propuesta de Tania Dervaux, candidata por el partido NEE al Senado belga, lo demuestra. Nada menos que 40.000 felaciones para todos los que se inscriban en una lista disponible en la página web del partido. Pero le llevará tiempo cumplir su promesa. Según sus cálculos, 500 días a 80 sesiones de sexo oral diarias.
La propuesta surgió de sus votantes. Tania inició la campaña preocupada por la falta de empleo en Bélgica y se lanzó a prometer 400.000 puestos de trabajo, a través de una fotografía en la que aparecía desnuda.
Pero sus votantes, insatisfechos, le remitieron numerosos correos electrónicos pidiéndole que, en lugar de 400.000 trabajos (jobs, en inglés), les ofreciera 400.000 blowjobs, o lo que es lo mismo, 400.000 felaciones.
La candidata accedió a cambiar el programa electoral, restando, eso sí, un cero a la cantidad ofertada inicialmente. Es decir, aceptó practicar 40.000 felaciones, según jmnoticias, estimando que, cumplir la promesa, le llevará 500 días a 80 sesiones de sexo oral diarias.
El NEE es un partido que hace campaña mediante fotomontajes con parodias de otros políticos y cuenta con otros carteles impactantes como el I want you del Tío Sam, en el que Dervaux aparece completamente desnuda con dos alas de ángel.
Dado que se pueden inscribir personas desde cualquier parte del mundo, Tania podría tener que visitar varios países para cumplir lo prometido. Los gastos de desplazamiento correrán a cuenta del partido, pero hay condiciones: el uso de preservativo (que debe comprar el votante), un límite de 5 minutos y libertad para que la candidata lleve la iniciativa.
Si el beneficiario tiene algún problema con que la sesión sea en persona, está la opción de recibir una felación virtual a través de Second Life.
http://www.nee-antwerpen.be/index-eng.htm
Crianças - lindo!
______________________________________
Era o fim do meu turno e parei o meu carro em frente da esquadra. Enquanto arrumava as minhas coisas, o meu cão ladrava no banco traseiro.Pedi que se calasse e reparei que havia um menino que me fitava fixamente. - É um cão que tem aí atrás? - Perguntou, verdadeiramente intrigado. - Claro que sim. - Respondi.O menino continuava a olhar para mim e para o cão. Finalmente perguntou:- Que crime fez ele? ____________________________________________________________________
- Numa noite de muita trovoada, a mãe estava a deitar o filho.Preparava-se para desligar a luz quando o filho lhe pede:- Mãe, podes dormir comigo esta noite? A mãe volta, abraça-o e diz-lhe:- Não precisas ter medo. Além disso, a mamã tem que ir dormir na cama do papá!... Enquanto o filho se conforma e fecha os olhos, a mãe ouve-o sussurrar: - Tinha que ter um pai medroso!....
_______________________________________________________________________
A mãe leva a filha de três anos pela primeira vez à Igreja. Tudo corria bem. As luzes da igreja foram apagadas e o coro começou a descer o corredor central carregando velas acesas. Com toda a Igreja em silêncio ouve-se uma voz alta e clara a cantar: - Parabéns a você... Nesta data querida!...
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Há alguns anos regressei a casa de uma das minhas viagens, eram já 2 da madrugada. Estava um temporal terrível, com relâmpagos, trovões granizo... Quando entrei no meu quarto vi os meus dois filhos a dormirem com a minha esposa, provavelmente com medo da trovoada. Resignei-me a dormir no quarto deles. No dia seguinte falei com os meus filhos e expliquei-lhes: - Eu percebo que tenham medo da trovoada e que queiram dormir com a mamã, mas quando eu estiver para chegar, por favor, durmam no vosso quarto. O papá não consegue dormir nas vossas camas!Semanas depois, estava eu para chegar de outra viagem, a minha esposa e os meus filhos foram esperar-me ao aeroporto. Como estavam vários aviões atrasados, havia muita gente no terminal à espera. Quando apareci no vestíbulo o meu filho viu-me e começou a correr e a gritar: - Olá, papá! Eu tenho óptimas notícias!!!!Eu acenei para ele, sorri e gritei de volta:- Que boas notícias?Ele gritou ainda com mais entusiasmo e a plenos pulmões: - Ninguém dormiu com a mamã desta vez enquanto estiveste fora!! E de repente todos os outros passageiros e pessoas que os aguardavam calaram-se e olharam para nós e o silêncio foi brutal...
História de anões...está fantastica...ahahahhahah
27/05/07
Atenção ao Beliscão!!!
Para animar:
Uma manhã o marido acorda e vira-se para a mulher, dá um beliscão nanádega dela e diz:
Se fizesses exercício para dar firmeza a esse rabinho, poderíamoslivrar-nos dessas cuecas. A mulher controlou-se e achou que osilêncio era a melhor resposta. No outro dia o marido acorda, dá um beliscão nos seios da mulher e diz:Se conseguisses dar firmeza a essas maminhas poderíamos livrar-nosdesse sutiã.
Aquilo excedeu o limite e o silêncio definitivamente não era a melhorresposta. Então ela virou-se para ele, agarrou-lhe no pénis, e disse:
Se tu conseguisses dar firmeza a este pauzinho, poderíamos livrar-nosdo carteiro, do jardineiro, do leiteiro e até do teu irmão!
UNI
Não se percebe a razão do encerramento da Universidade Independente! É que, como se demonstrou, está muito mais à frente do que qualquer outra universidade.
Vejamos: - está aberta nas férias do Verão;- passa diplomas aos Domingos;- aceita candidatos sem documentação comprovativa das habilitações, confiando na boa fé dos candidatos (princípio humanista); - maximiza a potencialidade científica dos seus docentes, ao colocá-los a reger 4 cadeiras (ao mesmo tempo que o regente é assessor no mesmo Governo onde um dos alunos é Secretário de Estado); - permite que uma mesma pessoa, num só ano, faça duas licenciaturas;- convida os seus antigos alunos, que nunca conheceram, a ir dar aulas para lá;- estabelece planos de curso pessoais "ad-hoc", sem os documentar, para poupar nos custos do papel e impressão; - possibilita a apresentação de teses finais sem que as mesmas fiquem guardadas no arquivo a ocupar espaço e recursos;
- poupa recursos humanos e materiais ao prescindir de termos de exames e evita a propagação de ácaros, alergias, etc.; - forma alunos que, no futuro, ascendem a primeiros-ministros. Como justificar o encerramento de uma Universidade assim, cujo mal é, pelos vistos, confiar nas pessoas, poupar nos custos e maximizar os recursos? Juntemo-nos e lutemos contra o encerramento da U. N. I.
Passem este mail até chegar às mãos de Mariano, O Gago, e pode ser que ainda consigamos evitar o pior.
ORAIS - Respostas em exames universitários
Deliciem-se com estas pérolas de sabedoria universitária.....Respostas 'brilhantes' em exames universitários...
Oral da cadeira de Anatomia do curso de medicina
Prof: Descreva o fígado.
Aluno: Os fígados...
Prof: Os fígados??!! Quantos são?
Aluno: Dois. Direito e esquerdo!
*********
Oral da cadeira de psicologia do curso de medicina
- Onde se localiza o centro de inteligência...? (área do córtex cerebral)
- Nos Estados Unidos da América.
*********
Curso de Segurança Social, numa universidade privada lisboeta
- Diga-me lá porque é que a taxa de natalidade é menor nos países desenvolvidos.
- Porque se trabalha mais do que nos países subdesenvolvidos.
- Ai sim?
- E tem-se menos tempo.
- Menos tempo para quê?
(o aluno, hesitante e já embaraçado)
- Menos tempo para fazer amor.
**********
Oral na Faculdade de Medicina de Coimbra
- Minha senhora, diga-me, por favor, qual é o órgão do corpo humano que dilata até sete vezes o seu tamanho normal.
A aluna retorce-se, transpira, cora indecentemente. Decide mesmo recusar-se a responder à pergunta. Numa sucessão de respostas infelizes a outras questões, acaba por chumbar.Na oral imediatamente seguinte, o professor resolve insistir na pergunta.
- Minha senhora, qual é o órgão do corpo humano que dilata até sete vezes o seu tamanho normal?
(a aluna, respondendo prontamente)
- É a íris, senhor professor.
(O examinador, com um sorriso largo)
- Por favor, diga à sua colega que vai ter muitas desilusões ao longo da vida.
**********
Exame numa universidade privada, em Lisboa
- Dê-me um exemplo de um mito religioso.
- Um mito religioso? Sancho Pança.
(estupefacto, o professor pede ao aluno para este escrever o que acabou de dizer. O aluno escreve no papel: "S. Xupanssa" ).
**********
Prova oral da cadeira de Direito Constitucional, numa Universidade privada de Lisboa
- O que aconteceu no 25 de Abril foi o início do regime autoritário salazarista. Mas quem subiu ao poder foi o presidente do então PSD, Álvaro Cunhal, que viria a falecer em circunstâncias misteriosas no acidente de Camarate.
- Quais são as batalhas mais importantes da história portuguesa?
- Antes de mais, senhor doutor, a batalha de Alves Barrota.
O exame terminou aqui.
***********
Num instituto superior da capital, 1º ano de Relações Internacionais A cadeira é Ciência Política. O professor é um distinto deputado à Assembleia da República. A aluna, com rara convicção, explica ao examinador tudo o que se passou no 25 de Abril de 1974: " A revolução de 74 significou a queda de um regime militar dominado pelo almirante Américo Tomás e pelo marechal Marcelo Caetano, que governava o país depois de deposto o último rei de Portugal, Oliveira Salazar. O 25 de Abril foi uma guerra entre dois marechais: o marechal Spínola e o marechal Caetano ".Obviamente, chumbou.
**********
Outra versão, ainda mais criativa, desta vez numa Universidade privada de Lisboa, no 3ºano de Relações Internacionais.
- Descreva-me brevemente o que foi o 25 de Abril de 1974.
- Foi um golpe levado a cabo pelos militares, liderados por Salazar, contra Marcelino Caetano.
- (o professor, já disposto a divertir-se) E como enquadra o processo de descolonização nesse contexto?
- Bem, a guerra em África acabou quando Sá Carneiro, que, entretanto subiu ao poder, assinou a paz com os líderes negros moderados. Foi por causa disso que ele e esses líderes morreram todos em Camarate.
- Já agora, pode dizer-me quem era o presidente da República Portuguesa antes de 1974?
- Samora Machel.
Conta quem assistiu à oral que o professor quase agrediu a aluna.
**********
Uma professora de Direito Constitucional numa universidade privada do Porto questiona o aluno sobre a Constituição de 1933. Esta consagra a impossibilidade de os descendentes da casa de Bragança se candidatarem à presidência da República.
- " Diga-me lá porque é que D. Duarte, segundo a Constituição portuguesa de 1933, não poderia candidatar-se à presidência da república? ".- "Porque ele é actualmente o presidente português ".Noutra resposta à mesma pergunta, que esta professora recebeu:- " Porque vivemos num sistema monárquico".
**********
Numa outra prova oral de Direito Constitucional, o examinador pergunta ao aluno:
- Quem substitui o presidente Jorge Sampaio em caso de impossibilidade temporária deste?
- A mulher dele, a Maria José Ritta.
**********
Uma universidade privada em Lisboa, 1997. A correcção manda que se diga que " as leis são emanadas pela Assembleia da República ".
Discorrendo sobre o processo legislativo, um aluno responde que " as leis vêm em manadas da Assembleia da República ".
**********
1º e 2º ano do curso de Relações Internacionais, numa universidade privada de Lisboa. 1988/1996. Algumas preciosidades.
- Quem é o actual presidente dos Estados Unidos?
- O Perez Troika.
***********
- Paris é a capital de que país?
- Bruxelas.
***********
- Quando foi a Revolução Liberal em Portugal?
- Em 1640.
***********
- Diga-me, por favor, o que é a Nato.
- É a Organização do Tratado do Atlântico Norte.
- E a OTAN?
- (o examinado, depois de pensar demoradamente) Bem, aí a doutrina divide-se.
***********
- Então diga-me lá qual era o nome próprio de Hitler?
- Heil.
***********
- Minha senhora, em que época histórica situa Adolfo Hitler?
- No século XVIII, senhor professor.
- Tem a certeza?
- Não! Desculpe. No século XVII.
***********
- Quem foi o grande impulsionador do nazismo?
- (o aluno, rápido e incisivo) O Fura João Hitler.
- O "Fura".
- Sim. É a designação hierárquica de Hitler.
***********
Numa outra oral. Cadeira de História das Ideias Políticas e Sociais.
- Qual é a obra de fundo de Adolfo Hitler?
- É a Bíblia alemã.
- Pode dizer-me o que é um genocídio?
- É a morte dos genes.
- Como?
- É a morte dos genes e dos fetos.
***********
Cadeira de Direito Internacional Público, uma universidade privada do Porto.
O professor, desesperado com a vacuidade das respostas de certo aluno em orais da especialidade, resolve tentar ajudar, recorrendo à geografia.Questionado sobre a localização da Escandinávia, o aluno responde que fica algures na Ásia. O examinador, rendido, brinca agora.
- Podemos então passar a chamar-lhe Escandinásia.
- Se calhar, senhor doutor.
- Não sabe que a Escandinávia fica na Europa?
- Pois é, tem razão!
- E fica a Norte ou a Sul?
- A sul.
- E sabe apontar-me alguma característica dos escandinavos?
(o aluno, depois de longa pausa) - Bem, eu acho que eles não são pretos.
Simplex
Depois do sucesso do programa "Empresa na Hora", o ministério da Educação, em parceria com Universidade Independente, decidiu criar o programa "Licenciatura na hora". Através deste programa, qualquer cidadão passa a poder tirar qualquer licenciatura em menos de uma hora e sem sair de casa (incluindo domingos).
Basta aceder ao site da Uni e seguir os passos e em menos de uma hora tem a licenciatura na mão. Este programa está inserido no política do governo que visa eliminar dois dos grandes entraves ao crescimento do país, a saber: i) a iletracia e a ii) excessiva burocracia.
Segundo palavras da Ministra da Educação, "era incompreensível que um simples canudo necessitasse de 3 a 5 anos (no mínimo)" para ser conseguido.
E, segundo palavras do ministro Mariano Gago, "este programa já tinha sido experimentado anteriormente. Mais concretamente no Governo de António Guterres em 1996, no curso de Engenharia Civil, com o enorme sucesso que toda a gente conhece".
Seja um bom patriota, contribua para o desenvolvimento do País e divulgue esta excepcional medida que visa o nosso bem, o dos nossos filhos e netos.
Pedofilia na Casa Pia de Lisboa
Subject: Pedofilia na Casa Pia de Lisboa
pedofilia da Casa PiaMADE IN PORTUGAL(zinho)Este processo das crianças violadas vai mesmo ficar em "àguas de bacalhau".É incrivel a passividade do povo português face a este escândalo dapedofilia. Tem que se fazer justiça! «Hugo Marçal está em vias de ser admitido a frequentar o curso de auditor dejustiça do Centro de Estudos Judiciários. O nome do arguido no processo depedofilia da Casa Pia vem publicado no Diário da República de ontem, entre centenas de candidatos a frequentar a escola que forma os juízesportugueses. Mas ao contrário dos outros, Hugo Marçal não vai prestarprovas. Pelo facto de ser doutor em Direito - grau académico que teráobtido em Espanha - está por lei «isento da fase escrita e oral» e tem ainda «preferência sobre os restantes candidatos». Resultado: o advogado deElvas está na prática à beira de ser seleccionado para o curso que formará apróxima geração de magistrados. O nome de Hugo Manuel Santos Marçal surge na página 4961 do Diário da República, 2.ª série, com o número 802, nalista de candidatos a ingressar no CEJ. Se concluir o curso comaproveitamento e iniciar uma carreira nos tribunais - primeiro como auditor de justiça, depois como juiz de direito - Marçal terá também oprivilégio de não ser julgado num tribunal de primeira instância.»
O ombro do teu cão!
Assunto: O ombro do teu cão!
PÚBLICO 29.04.2007
"Apropósito da entrevista a Camané publicada no suplemento Ípsilon de dia 27/04 e conduzida por João Bonifácio, gostaria de dizer o seguinte:Numa entrevista profissional, não basta parecer, há que ser. O Sr. João Bonifácio aparenta uma grande admiração por Jacques Brel, nomeadamente pela música "Ne Me Quitte Pas". Se assim fosse, deveria ter confirmado algumas coisas antes de escrever o artigo. Desta forma, evitaria escrever erradamente o título da canção ("Ne Me Quites Pas", ao invés de "Ne Me Quitte Pas") e, sobretudo, este grande disparate:"É das canções de amor mais desesperadas que já alguém escreveu: Deixa-me ser (...) o ombro do teu cão..."Meus senhores, no original, a letra diz:Laisse-moi devenirL"ombre de ton ombreL"ombre de ta mainL"ombre de ton chien"Ombre" significa sombra, não ombro, como qualquer dicionário poderia esclarecer.
...................................................................
Ípsilon de dia 27/04
JOÃO BONIFÁCIO: "É das canções de amor mais desesperadas que já alguém escreveu: "Deixa-me ser (...) o ombro do teu cão"..."CAMANÉ: "Ele queria ser o ombro do cão dela porque queria era estar ao pé dela, não queria que ela o deixasse. E nessa fase da canção existe o desespero: nem que seja uma mosca à tua volta, o ombro do teu cão, qualquer coisa, mas que eu possa estar ao pé de ti."
Take a look: http://www.prof2000.pt/users/anamartins/
Às vezes custa descobrir... !

26/05/07
O terror dos teclados
Publicado por Antonio Martins Neves 29 Abril 2007 em Portugal.
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Esperançado Fernando,
concordo em absoluto contigo que faltam no mundo muitos homens e mulheres como Baltazar Lopes. Livres. E não li o “Chiquinho”, não senhor. Só partes, em aulas de português, e recordo sem grandes pormenores. Mas aceito a tua recomendação e prometo que vou ler, se encontrar o livro à venda, o que não é fácil. Seria mais fácil se o autor fosse outro escritor que quero que fiques a conhecer. Um prodígio da produção literária que vem do Brasil. Um homem que escreveu 1.100 livros em 20 anos.O jornal espanhol El Mundo conta que o ex-cirurgião escreve com a mesma paixão com que golpeava a bisturí os corpos dos pacientes que lhe caíam na sala de operações.Claro que já está no livro Guiness dos recordes e até o Wall Street Journal lhe propôs o desafio de escrever um livro em seis horas! Bastou uma noite para tirar as dúvidas ao repórter norte-americano que quis conhecer o artista em acção. Desconhece-se se houve propostas para cotar na bolsa de Nova Iorque o brasileiro de origem japonesa Ryoki Inoue.O frenesi da escrita é tal que não há teclado que aguente mais que seis meses. Os dois computadores onde armazena a avalanche criativa precisam trocar de teclas de meio em meio ano. Garantido é que o homem dedica pelo menos quatro horas por dia a escrever. Nas restantes, pesquisa e procura histórias e enredos para dar de beber à verve. E, a avaliar pelas vendas, o impetuoso escriba tem mercado. O jornal de Madrid, que, contudo, não fala em números, conta que o escritor conseguia, em 1992, dominar 95 por cento do mercado brasileiro de livros de bolso. Para um país daquela dimensão, é obra.Só que como em quase tudo, quantidade não arrasta qualidade e Ryoki é retratado como uma espécie de Corin Tellado, o inefável escritor de foto-novelas do tempo das nossas mães.Imagina tu que já chegou a escrever três romances (isso mesmo: r-o-m-a-n-c-e-s) por dia e recorreu a nada menos que 39 pseudónimos.Justifica a obsessão pela escrita com o cansaço pela medicina. Um desaguizado com os seus editores levou-o a deixar de lado o formato de bolso e optar pelo modelo “tijolo”, dando ao prelo longas prosas inspiradas em temas como os atentados terroristas de 11 de Setembro.Nos intervalos ainda consegue ter tempo para dar cursos de – adivinha! – escrita rápida através da Internet e ler autores vários, entre os quais, nada mais nada menos que o nosso Eça de Queiroz ou o seu conterrâneo Jorge Amado.Conta ele que quando a inspiração lhe falta se enfia na cozinha. O jornal não diz o que sai do tacho. Mas revela que agora tem (quando esta carta te chegar já é passado, imagino) na forja uma autobiografia. Quantos volumes, não sabemos. O certo é que tudo invariavelmente tem um lado mau e o nosso escritor, que mora a 200 quilómetros de S. Paulo, a maior cidade da América Latina (tudo em grande, portanto) tem uma quota parte de que não se pode orgulhar na desflorestação da Amazónia para produzir tanto papel. E como só tem 61 anos, as árvores vão continuar a ser abatidas a este ritmo avassalador? Não, descansa. Agora só se propõe escrever um ou dois livros por ano… A página dele na Internet diz que é “o escritor mais prolífico do mundo”. O segredo? Diria que não tem. A sua página na Internet desfaz dúvidas e mitos possíveis: noventa e oito por cento de suor, um por cento de talento e um por cento de sorte.
Um frenético abraço.
António Martins Neves
notícia do Expresso
De acordo com uma nota do gabinete de imprensa da PGR, Pinto Monteiro remeteu as denúncias para Cândida Almeida, directora do DCIAP, "a fim de que a mesma proceda às investigações que se venham a mostrar necessárias". Em declarações ao Expresso, o PGR já tinha adiantado que esta semana tomaria uma decisão. Apesar da controvérsia que a licenciatura de Sócrates tem provocado, Pinto Monteiro afirmou não se sentir "absolutamente nada forçado a abrir uma investigação".
Esta investigação correrá paralelamente a duas já em curso. Uma no Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa, que levou já à detenção do reitor Luís Arouca, do ex-vice reitor Rui Verde e de sócio da SIDES Amadeu Lima de Carvalho. E há uma segunda no DCIAP, mas cujo objecto da investigação ainda não é conhecido.
SÓCRATES COMPRA UM COMPUTADOR NOVO...
MARIANO GAGO PARA O AJUDAR A USÁ-LO:
* Mariano? É o Zé Sócrates. Oh, pá, ajuda-me aqui. Comprei um
computador, mas não consigo entrar na Internet! Estará fechada? Aquilo
fecha a que horas?
* Zé, meteste a password?
* Sim! Quer dizer, copiei a do Freitas.
* E não entra?
* Não, pá!
* Hmmm....deixa-me ver... qual é a password dele?
* Cinco estrelinhas...
* Oh, Zé!...Fo...-seeeeee....Bom, deixa lá agora isso, depois eu
explico-te. E o resto, funciona?
* Também não consigo imprimir, pá! O computador diz: "Cannot find
printer"! Não percebo, pá, já levantei a impressora, pu-la mesmo em
frente ao monitor e o gajo sempre com a porra da mensagem, que não
consegue encontrá-la, pá!
* Fooo .... -seee....Vamos tentar isto: desliga e torna a ligar
e dá novamente ordem de impressão. Sócrates desliga o telefone.
Passados alguns minutos torna a ligar.
*Mariano, já posso dar a ordem de impressão?
* Olha lá, porque é que desligaste a merda do telefone?
* Eh, pá! Foste tu que disseste, estás doido ou quê?
* Fooo .... -seee...Dá lá a ordem de impressão, a ver se desta
vez resulta.
* Dou a ordem por escrito? É um despacho normal?
* Oh, Zé...Fooo....Eh, pá! esquece....Vamos fazer assim: clica
no "Start" e depois...
* Mais devagar, mais devagar, pá! Não sou o Bill Gates...
* Se calhar o melhor ainda é eu passar por aí...Olha lá, e já
tentaste enviar um mail?
* Eu bem queria, pá!, mas tens de me ensinar a fazer aquele
circulozinho em volta do "a".
* O circulozinho...pois....se enfiasses esse circ....... Bom...vamos voltar a tentar aquilo
da impressora. Faz assim: começas por fechar todas as janelas.
* Ok, espera aí...
* Zé?...estás aí?
* Pronto, já fechei as janelas. Queres que corra os cortinados também?
* Zéééééééééé, olha para a porra do monitor e vê se me consegues ao
menos dizer isto: o que é que diz na parte de baixo do écran?
* Samsung.
* .
* Mariano?... Mariano?...Desligou....
VALE A PENA VER...

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Inepcia, o unico e-zine satirico portugues e também o único no mundo que não assedia ninguem com publicidade.
Isto é uma mensagem de divulgacao. Se não quer receber este email, convidamo-lo a apagá-lo. Nao custa nada.
a música da polémica em Moçambique - som e imagem
Canal de Música - por Azagaia
De algum tempo a estes dias, uma letra irreverente está a mexer com o chamado mundo do «hip-hop». É a letra intitulada «As mentiras da verdade», em que o jovem auto cognominado Azagaia, em jeito de preposição, com ritmo e poesia, faz uma incursão aos males que ele arrolou do País. Leia já a seguir, na íntegra, essa letra que está em alta velocidade na «blogsfera».
I
E se eu te dissesse
Que Samora foi assassinado
Por gente do governo que até hoje finge que procura o culpado
E que foi tudo planeado
Pra que parecesse um acidente e o caso fosse logo abafado
E se eu te dissesse
Que o Anibalzinho é mais um pau mandado
Que não fugiu da Machava mas foi libertado
Pelo mesmo sistema judicial que o tem condenado
E o mais provável é que ele agora seja eliminado
"Não canto para angariar fama e mulheres"
— Azagaia, autor da polémica música "As mentiras da verdade"
Por Emídio Beúla
De nome Edson da Luz, mais conhecido por Azagaia nos corredores do chamado hip-hop moçambicano, o jovem é estudante universitário e canta há cerca de 10 anos. Faz parte do grupo Dinastia Bantu e lançou recentemente o seu primeiro disco a solo composto por cerca de 15 temas de intervenção social, incluindo a polémica letra "As mentiras da verdade".
Em entrevista ao SAVANA , Azagaia disse que não se preocupa muito com a imagem das suas músicas, mas com o conteúdo que elas transmitem. "Sou um observador crítico, gosto de ler e busco inspiração em escritores como José Craveirinha e Mia Couto ", afirmou acrescentando que gosta da literatura para exprimir o seu ser.
Diz que admira a forma como Craveirinha escrevia contra a dominação colonial portuguesa e, porque o colonialismo acabou, vê no poder instituído o alvo das suas contundentes críticas. Na explicação sobre como consegue "sobriviver" num mundo que legitima e aplaude o invólucro, a embalagem, em detrimento do conteúdo, Azagaia realçou que não canta "para ter mulheres e fama, mas para transmitir a minha mensagem e experiência".
Promove-se música que deixa as pessoas alienadas
O jovem artista vai mais longe afirmando que não é bem verdade que as pessoas preferem música sem "qualidade", desde que excite a dança. "É claro que as editoras ainda não se aperceberam dessa realidade, e é por isso que não aceitam os nossos trabalhos. Produzimos no nosso estúdio com custos próprios e estamos a vender sem dificuldades", disse. Prossegue afirmando que o seu disco é muito solicitado por instituições e pessoas singulares e não vê a necessidade de se promover apenas a música comercial.
E alerta: "Promove-se música que deixa as pessoas alienadas, põe-se as pessoas a dançarem para não pensar". Aos olhos de Azagaia, a dança é tão promovida tal que chega a constituir aquilo que Karl Marx chamou de "ópio do povo", o narcótico específico para anestesiar a mentalidade das massas populares.
Por duas semanas que a música não passava
Contrariando as declarações de Patrício Filipe, director da Rádio Cidade, Azagaia disse que "As mentiras da verdade" não passaram nos programas de música daquela rádio durante duas semanas. "Não sei que termo posso usar, mas a verdade é que, depois da estreia no programa hip-hop da Rádio Cidade, a música não voltou a tocar. Apesar de ter deixado indicações por escrito informando que "As mentiras de verdade" era cartão-de-visita do álbum e tinham que passar a música, curiosamente foram passando outra música do álbum sem me consultar".
Acresce que, uma vez constatado o desvio, falou com um DJ daquela rádio que lhe informou que recebera ordens para não tocar a música porque pode incomodar o poder instituído. A música voltou a tocar na semana passada, justamente na quinta-feira passada, dia em que o Azagaia foi entrevistado nos estúdios daquela rádio.
Sobre a identidade do seu "informante" (DJ), Azagaia escusou-se a revelar o nome alegando que "não quero nenhuma guerra com a Rádio Cidade, só espero que cumpra com o seu papel e não censure a minha música, porque está dentro dos parâmetros da liberdade de expressão prevista na Constituição da República".
O jovem disse estranhar o facto de a Televisão Miramar ter passado uma vez o vídeo-clip da "As mentiras da verdade", e elogia a rádio Sfm e STV por passar sempre a música e o respectivo clip. Na TVM, a única pública do país, Azagaia disse que ainda não foi deixar o álbum, porém manifestou-se pessimista quanto à possibilidade de aquele órgão passar o vídeo-clip da música. Instado a justificar o seu pessimismo, o jovem limitou-se aos risos.
SAVANA - 18.05.2007
«Hip-hop» irreverente
Maputo (Canal de Moçambique) – De algum tempo a estes dias, uma letra irreverente está a mexer com o chamado mundo do «hip-hop». É a letra intitulada «As mentiras da verdade», em que o jovem auto cognominado Azagaia, em jeito de preposição, com ritmo e poesia, faz uma incursão aos males que ele arrolou do País. Leia já a seguir, na íntegra, essa letra que está em alta velocidade na «blogsfera».
I
E se eu te dissesse
Que Samora foi assassinado
Por gente do governo que até hoje finge que procura o culpado
E que foi tudo planeado
Pra que parecesse um acidente e o caso fosse logo abafado
E se eu te dissesse
Que o Anibalzinho é mais um pau mandado
Que não fugiu da Machava mas foi libertado
Pelo mesmo sistema judicial que o tem condenado
E o mais provável é que ele agora seja eliminado
E se eu te dissesse
Que Siba-Siba,
Coitado foi uma vitima
Da corja homicida
Que matou Cardoso na avenida
Não Anibal e a sua equipa
Condenados pelos media
Mas a mesma que deixou
Pedro Langa sem vida
E se eu te dissesse
Que Moçambique não é tão pobre como parece
Que são falsas estatísticas
E há alguém que enriquece
Com dinheiros do FMI, OMS e UNICEF
Depois faz o povo crer
Que a economia é que não cresce
E se eu te dissesse
Que a oposição
Neste país não tem esperança
Porque o povo foi ensinado a ter medo da mudança
Mas e se eu te dissesse
Que a oposição e o governo não se diferem
Comem todos no mesmo prato
E tudo está como eles querem
E se eu te dissesse
Que a barragem Cahora Bassa não é nossa
É dum punhado de gente que ainda vai encher a bolsa
E se eu te dissesse
que há jornais
Que fabricam informação
Pra venderem mais papel e ganharem promoção
E que são os mesmos que nos vendem
Aquela imagem de caos
Que transformam simples ovelhas em lobos maus
E se eu te dissesse
Que há canais de televisão comprometidos
Com o governo e só abordam os assuntos permitidos
Que esses telejornais já foram todos vendidos
Vocês só vêm o que eles querem
E eles querem os vossos sorrisos
E se eu te dissesse
Que o Sida em Moçambique é um negócio
ONG´s olham pro governo como um sócio
Refrão:
Porque nem tudo que eles dizem é verdade – é verdade
Porque nem tudo que eles não dizem não é verdade – é verdade (2 vezes)
Eles fazem-te pensar que tu sabes – mas não sabes
Cuidado com as mentiras da verdade – é verdade
II
Se eu te dissesse
Que a história que tu estudas tem mentiras
Que o teu cérebro é lavado em cada boa nota que tiras
Que a revolução não foi feita só com canções e vivas
Houve traição, tortura e versões escondidas
E se eu te dissesse
Que antigos combatentes vivem de memórias
Deram a vida pela Pátria e o governo só lhes conta histórias
Quantos nos dias de hoje dariam metade que eles deram?
– Em nome de Moçambique , nem os que vocês elegeram
E se eu te dissesse
Que o deixa andar não deixou de existir
Veja os corruptos a brincar de tentarem se impedir
Comissões de anti-corrupção criadas por corruptos
A subornarem-se entre eles pra multiplicar os lucros
E se eu te dissesse
Que as vagas anunciadas já tem donos
Fazemos bichas nas estradas mas nem sequer supomos
Que metade das entradas pertencem a esquemas de subornos
Universidades estão compradas mas que raio de merda somos?
E se eu te dissesse
Que o teu diploma de engenheiro não é pra hoje
Enquanto saem 100 economistas, engenheiros saem 2
Lares universitários abarrotados de gente
Vai ver as pautas a vermelho e os docentes indiferentes
E se eu te dissesse
Que neste país os estrangeiros é que mandam
Tem o emprego e o salário que querem ainda mandam
Meia dúzia de nacionais pra rua
É o neocolonialismo da maneira mais crua
E se eu te dissesse
Que a cor da tua pele conta muito
Quanto mais clara, mais portas que se abrem é absurdo
Os critérios de selecção pra emprego
Vais pra empresas tipo bancos e não encontras nem um negro
E se eu te dissesse
Que a policia da republica é uma comédia
São magrinhos, sem postura e se vendem por uma moeda
Agora matam-se entre eles traição na corporação
Afinal de contas quem é o policia, quem é ladrão?
E se eu te dissesse+-
Que há bancos que financiam partidos
E meia volta aparecem com os cofres falidos...
Refrão (de novo, até ao fim)
(Por Azagaia, do albúm Babalaze)
CANAL DE MOÇAMBIQUE – 09.05.2007
Clique aqui para ver o video
Veja esta notícia no blog moçambicano
Pesca
DD
23 coisas que não se pode morrer sem saber
01- O nome completo do Pato Donald é Donald Fauntleroy Duck.
02- Em 1997, as linhas aéreas americanas economizaram US$40.000 eliminandouma azeitona de cada salada.
03- Uma girafa pode limpar suas próprias orelhas com a língua.
04- Milhões de árvores no mundo são plantadas acidentalmente por esquilosque enterram nozes e não lembram onde as esconderam.
05- Comer uma maçã é mais eficiente que tomar café para se manter acordado.
06- As formigas espreguiçam-se pela manhã quando acordam.
07- As escovas de dentes azuis são mais usadas do que as vermelhas.
08 - O porco é o único animal que se queima com o sol, além do homem.
09- Ninguém consegue lamber o próprio cotovelo, é impossível tocá-lo com a própria língua.
10- Só um alimento não se deteriora: o mel.
11- Os golfinhos dormem com os olhos abertos.
12- Um terço de todos os gelados vendidos no mundo é de baunilha.
13- As unhas das mãos crescem aproximadamente quatro vezes mais rápido que as unhas dos pés.
14- O olho da avestruz é maior do que o seu cérebro.
15- Os destros vivem, em média, nove anos mais do que os canhotos.
16- O "quack" de um pato não produz eco, e ninguém sabe porquê.
17- O músculo mais potente do corpo humano é a língua.
18- É impossível espirrar com os olhos abertos.
19- "J" é a única letra que não aparece na tabela periódica.
20- Uma gota de óleo torna 25 litros de água imprópria para o consumo.
21- Os chimpanzés e os golfinhos são os únicos animais capazes de sereconhecer na frente de um espelho.
22- Rir durante o dia faz com que você durma melhor à noite.
23- 40% dos telespectadores do Jornal Nacional dão boa noite ao jornalista no final.*Curiosidade*: Aproximadamente 70 % das pessoas que lêem isto, tentam lambero cotovelo ao ler o topico 9! Não adianta, não dá!!!
Chefe decidido...
O Chefe de um departamento, sentindo que os subordinados não respeitavam a sua liderança, resolveu colocar uma placa na porta do gabinete onde se lia: "Aqui quem manda sou eu!"Entretanto, ao voltar de uma reunião, viu o seguinte bilhete afixado junto à placa: "A sua mulher ligou e pede para lhe devolver a placa"
25/05/07
Moita Flores
e, tenho de confessar, que pelo menos o homem escreve benzinho.. não é?
Aqui faço o "copy / paste" do que recebi:
Exmª Senhora
Secretária de Estado da Reabilitação
D.Idália Moniz
Depois do nosso encontro em Amiais de Baixo, no passado dia 16, e do sibilino conselho que V.Exª me murmurou na hora da despedida, acorri apressado, num misto de ansiedade e desvanecimento, à procura da Lei do Protocolo de Estado. Não era caso para menos. Eu ousara declarar que, por gentileza, deixava V.Exª fechar a sessão em que nos encontrávamos e era óbvio o meu gesto cavalheiro pois pertencia ao Presidente da Câmara Municipal de Santarém. Mas depois do discreto e merecido raspanete, reconheço que saí de Amiais com o coração em sobressalto, coração apertado de penitências, voz embargada de vergonha pois, mais uma vez, este ‘Presidente atípico’ como V.Exª certeiramente me catalogou depois de uma das minhas ‘gaffes’ à entrada, teria terminado em glória com mais ‘atipicidade’ à saída.
Sobravam-me quilómetros até ao canto onde arrumo, com cautela de santuário, as leis do Estado. Era grande a aflição, confesso, e saltei sobre a invocada, bem impressa no nosso ilustradíssimo Diário da República e li. Ou melhor, reli pois que fizera em tão precioso documento uma lavadela de olhos logo quando fora publicada.
Soaram-me sinos nos sentidos. A nossa bem amada Lei nº 40/2006 de 25 de Agosto mostrava, num formalíssimo e severíssimo protocolo who is who a galeria social do Estado. E lá estava, logo a abrir a primeira decepção. Os nossos tão aplaudidos Secretários de Estado remetidos para uma ignóbil 20ª posição e os Presidentes de Câmara atirados confortavelmente para o 41º lugar da tabela de classificação por pontos. E digo confortavelmente, pois é posição que permite a autarca menos escrupuloso com as formalidades do Estado, sair discretamente durante uma cerimónia enfadonha e ir até ao jardim fumar o seu cigarrito e tornar a entrar para o seu discreto 41º lugar sem que alguém dê pela sua falta.
Ora dizia eu que reli a lei e a minha alma exultou. Não me espalhara outra vez. V.Exª sabe, muitos dos meus amigos chamam-me a atenção, e com razão, para o facto de eu entender o Protocolo de Estado como um problema de sapato e de verniz. E se me aplaudem por dar muita importância ao sapato, não deixam de reparar que me preocupo pouco com o verniz. Reconheço que sou filho de más leituras. A severidade de Camilo ou de Eça para o excesso de verniz da classe política, pouco preocupada com o feitio do sapato, foi herança que me desnorteou os cromossomas e bem me penitencio de tanta distracção. Mas enfim! Agora que reli fico com a consoladora certeza que, por esta vez, em terras de Amiais de Baixo, este vosso humilde servo foi, não só gentil, mas respeitador da Lei do Verniz. É que existe um maçador artº 31, nº 1, que coloca, no seu município, o presidente da câmara numa posição que diria, tonitruante. Preside a tudo, Santo Deus! E só lhe ganha a palma Presidente da República, Presidente da Assembleia da República, Primeiro Ministro e, se for fora dos Paços do Concelho, qualquer ministro. Nem uma palavra para Secretários de Estado! Nem um mero afago, um simples carinho. Nada!
Se cominarmos esse antipático artº 31 com o pretensioso artº 33 , então Secretário de Estado tem lugar depois dos nossos bons Presidentes de Junta tomarem assento. Uma injustiça, afirmo eu. Um verdadeiro agravo à brilhante sonoridade que justamente submete quem ouve o título de Secretário de Estado. Não fosse V.Exª uma brilhante Secretária de Estado e não desistiria de a exortar a mobilizar os seus colegas de titulatura para greve reivindicativa contra si própria, ou melhor dizendo, contra o seu inestimável governo.
Não posso dissertar mais sobre esta matéria porque uma outra inquietação me assalta. A minha primeira leitura, e a recente leitura, da Lei do Verniz associada ao discreto raspanete que V.Exª me pregou, com elegância é certo, me conduz a uma terrível descoberta: V.Exª não conhece as leis produzidas pela Assembleia da República que a elegeu! Que fez de V.Exª competente Secretária de Estado! Que deu a V.Exª o rápido brilho que tantos camaradas seus procuram em vão há tanto tempo!
Já se percebeu, com certeza que V.Exª percebeu, que sendo o actual Presidente de Câmara Municipal de Santarém, pessoa pouco dada a essas sublimidades mundanas que não vou fazer do meu obscuro, mas rigoroso, conhecimento da Lei do Verniz uma bandeira de luta pelo bem do nosso concelho. Nem tão pouco essa Lei resolverá o buraco financeiro que o executivo camarário, que teve a honrosa presença de V.Exª, deixou aos vindouros como herança. E para continuar a ser elegante, afasto como se afasta Belzebu, a flatulenta ideia de enviar a um Secretário de Estado cópia da Lei do seu mandato só pelo reles motivo de a desconhecer.
Eu até acho bem que os Secretários de Estado desconheçam as leis que produzem os seus governos e parlamentos. Deixa-lhes o espírito mais livre para as grandiosas tarefas que quotidianamente carregam sobre os ombros, nomeadamente para algum verniz nos gestos e actos.. E V. Exª com uma Secretaria de Estado tão difícil, que obriga a produção de sapato em abundância faz bem em deixar a minudência do verniz para um pobre autarca.
Por esta mesma razão, venho informar V.Exª que a partir de agora vou encarregar-me dessa vulgaridade que os meus amigos me censuram de desleixar. Produza V.Exª os sapatos que do verniz tratarei com gosto e prazer em servi-la.
Confesso que é sacrifício. Sacrifício pessoal, entenda-se. Prefiro mil vezes ver um Secretário de Estado a adornar uma bela mesa, enfeitada de apoiantes e profissionais da política, com um apontamento de flores no centro, uns quantos pacotes de manteiga, mais alguns salgados a condizer, e gravatas distintas, soberbas, do que ser forçado a impor o meu rebelde temperamento a tão augustas personagens, incluindo o pacote de manteiga. Mas se nada valho entre estrelas, querubins e safiras, tenho certeza certa que o Presidente da Câmara Municipal de Santarém, cidade e concelho de prestígio, vai definitivamente ocupar o lugar a que tem direito, por respeito ao augusto Governo de V.Exª e informar os Presidentes de Junta das suas responsabilidades formais. Com grande desgosto meu. Mas seguramente aliviando V.Exª do pesado fardo dos protocolos que desconhece mas com bom proveito para o nobre ofício de secretariar o Estado.
Creia-me com amizade bem disposta e consideração alegre
Com os melhores cumprimentos
O Cidadão
(Francisco Moita Flores)
Exmº Senhor Presidente
Da Comissão de Ética
Da Assembleia da República
Deputado José Correia
Santarém, 16 de Abril de 2007
N/Ref.
Desculpe-me antecipadamente V.Ex.ª vir incomodá-lo como um problema aparentemente sem importância, uma espécie de barba mal feita, e que sendo um problema formal me dirija a V.Exª com tão pouca formalidade.
Imagine um sapato de verniz com uma pequena esfoliação no calcanhar. É esse o problema que venho expôr. O sapato sou eu, e presidente da câmara de Santarém é sapato gasto, endividado e sem grande margem de manobra para lhes reforçar os contrafortes ou deitar-lhes meias solas. O verniz uma deputada vossa, agora ilustre secretária de Estado e que responde pela graça de D.Idália Moniz.
Aliás, deve dizer em nome da arte de fazer política, que a senhora D.Idália foi excelsa vereadora desta autarquia e contribuiu alegremente para a ruína do meu sapato. Vereadora da cultura, diga-se, cargo que ocupou com grande zelo e discrição até ao dia que um chamamento divino lhe revelou a sua vocação para a Reabilitação e foi reabilitar para o governo.
Até aqui nada a apontar. Sei que são poucos os chamados mas raros os escolhidos. D. Idália respondeu ao chamamento e aceitou o apelo divino e eis que aí está para nosso grande conforto a secretariar o Estado com grande determinação e loquacidade.
Feita a apresentação, devo agora pedir o esclarecimento que, por não saber mais a quem me dirigir, submeto a V.Exª.
A nossa respeitável Secretária de Estado vive no concelho de Santarém e bastas vezes intervém aqui de forma pública. Até é deputada municipal, coisa que diga-se de passagem pouco frequenta. Confesso que me dá algum prazer vê-la por cá pois que até gosto da senhora e pessoalmente acho-a gentil e afectuosa.
Mas é raro encontrar a pessoa de quem gosto. Apresenta-se invariavelmente a Secretária de Estado, austero, divina. Bom, eu disse divina e com alguma base de convicção. É que a senhora passa por cima, julgo eu, das leis da República, e impõe de forma categórica a sua presença qual Diana enviada para caçar em nome de Zeus.
Chegados aqui, chegamos ao sapato e ao verniz. A Lei nº 40/2006 de 25 de Agosto, sobre o Protocolo do Estado, garante no seu artº 31 que no seu concelho, o presidente da câmara tem estatuto de ministro para as cerimónias públicas que aqui ocorrem. Mas a senhora no seu furor de secretariar o Estado, sobretudo em juntas de freguesia da sua cor política, teima que não (até já levei um raspanete por ter ousado dizer que era de outra forma), e que não, e porta-se como rainha a quem todos têm de prestar alvíssaras.
Pessoalmente não sou pessoa para me incomodar esta leitura napoleónica do poder. Quer presidir? Presida. Quer aspergir-nos a todos com a sua sabedoria reabilitada? Baixo a minha humilde careca perante o brilho solar que irradia da sua figura.
Mas também percebi que estas entradas de leão com saídas de deusa trazem água no bico. No meu entendimento violam a lei. Uma lei da República publicada durante o augusto governo a que pertence a augusta personagem. E das duas, uma. Ou a senhora Secretária de Estado não conhece a lei e é coisa grave. Ou conhecendo-a, não lhe liga puto, o que não é menos grave. A verdade é que tudo isto, sob a aparência de servir o Estado tem outras consignações. Reorganizar o seu partido desfeito com a última derrota eleitoral, amesquinhar o presidente da Câmara de Santarém, usar um bom sapato de verniz à custa dos sapatos remendões do desgraçado autarca crivado com as dívidas que a augusta personagem ajudou a construir.
Já percebeu V.Exª que esta carta não serve para repor honras espezinhadas porque a pessoa do presidente da Câmara, cuja vida é ser escritor, até se diverte e vai registando para memória futura estas atitudes que Eça de Queirós gostaria de ter conhecido. Mas o presidente da Câmara de Santarém não acha graça a que se violem leis da República, até porque é um dos seus garantes, e também não consegue aplaudir, como a pessoa do presidente aplaude, estas manifestações corriqueiras, narcísicas e petulantes de exercer o poder. Secretariar o Estado, na minha modesta opinião, não passa por este folclore de vaidades onde se esgotam personagens para melhores palcos.
Em Dezembro escrevi à senhora Secretária de Estado explicando-lha a lei que a sua maioria aprovou. Não ligou e acho que fez bem. Como pode senhora tão sobrecarregada com a arte de reabilitar preocupar-se com o afã de um presidente de câmara zeloso por fazer cumprir uma lei da República? Voltou à carga. E assim, aqui estou a pedir esclarecimentos a V.Exª.
1. O Artº 31º da Lei 40/2008 está revogado?
2. O Artº 31º não se aplica a Secretários de Estado que vivem no concelho?
3. O artº 31º é só para fazer de conta?
Esta pergunta é apenas para confirmar porque, quando aqui esteve Sua Excelência o Senhor Presidente da República, percebi que o Protocolo de Estado se cumpre.
4. Existe alguma legislação especial para o caso da Secretária de Estado da Reabilitação?
5. Estou enganado na interpretação da lei?
Ajude-me V.Exª. Sei que tenho os sapatos sujos e rotos, sem dinheiro para os mandar consertar e é sempre com alegria que vejo os sapatos de verniz da nossa augusta governante. Mas não sei se devo aceitar que me espezinhe. Se for em nome da República e como ajuda a resolver o défice, eu próprio me oferecerei para servir de passadeira, deixando que os brilhantes saltos se cravem nas minhas costas. Se é um mero exercício de vaidade pessoal, pesporrência política e orgulho narcísico, tenho mais que fazer do que aturar esta procissão de vaidades.
Ajude-me a esclarecer esta dúvida existencial. Se para mim a República é um bem absoluto, também é verdade que reconheço que perante esta enviada dos deuses haja bens terrenos que têm se ser sacrificados e disponho-me já a ser mártir da República para servir o verniz da senhora Secretária de Estado.
Creia-me com consideração
(Francisco Moita Flores)
PS: Como este conflito de vãs vaidades é suculento e é revelador de uma moral política extraordinária, informo V.Exª que darei voz pública à carta que vos envio, assim como à carta que em Dezembro enviei à senhora Secretária de Estado.
23/05/07
O Menino Japonês
A aula começa e a professora:
Vamos ver quem conhece a história americana.
Quem disse: 'Dê-me a liberdade ou a morte?
Silêncio total na sala.
Apenas Suzuki levanta a mão:- Patrick Henry em 1775 na Filadélfia.
Muito bem, Suzuki.
E quem disse: O Estado é o povo, e o povo não pode afundar-se?
Suzuki: - Abraham Lincoln, em 1863, em Washington.
A professora olha os alunos e diz:
Não têm vergonha? Suzuki é japonês e sabe mais sobre a história americana que vocês!
Então, ouve-se uma voz baixinha, lá ao fundo: japonês filho da p... !
Quem foi? - grita a professora.
Suzuki levanta a mão e, sem esperar, responde:
General McArthur, em 1941, em Pearl Halbour.
A turma fica super silenciosa ... apenas ouve-se do fundo da sala: Acho que vou vomitar.
A professora grita: - Quem foi?
E Suzuki: - George Bush Pai, ao Primeiro-Ministro Tanaka, durante um almoço em Tóquio, em 1991.
Um dos alunos diz: - Chupa o meu p ... !
E a professora, irritada:
Acabou-se! Quem foi agora?
E Suzuki, sem hesitações: - Bill Clinton à Mônica Lewinsky, na Sala Oval da Casa Branca, em Washington, em 1997.
E outro aluno diz ao fundo: - Suzuki de merda!
E Suzuki responde: - Valentino Rossi, no Grande Prémio de Motos de velocidade, no Rio de Janeiro, em 2002.
A turma fica histérica, a professora desmaia, a porta abre-se e entra o director, que diz:
Que merda é esta? Nunca vi uma confusão deste tamanho!
E Suzuki, bem alto:
Mariano Gago para José Socrates em 2007, após ter recebido o relatório da inspecção feita à Universidade Independente .










































































































